03/06/2013 DEIXE UM COMENTÁRIO
Blog dedicado a segurança digital de Computadores e Smathphone que são utilizados para realizar inúmeras tarefas, tais como: transações financeiras, sejam elas bancárias ou mesmo compra de produtos e serviços; comunicação, por exemplo, através de e-mails; armazenamento de dados, sejam eles pessoais ou comerciais, etc. É importante que você se preocupe com a segurança digital
13 setembro, 2013
Cuidado: o perigo real do Phishing Scam
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Hi, I am looking for a Personal Assistant, Kindly let me know if you are interested, and i can send you more details. Thank you
Manual de segurança para uso do Internet Banking
30/06/2013 DEIXE UM COMENTÁRIO
Manual traz orientações, além de dicas de proteção, para que usuários possam acessar sites bancários com mais segurança
O Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br) lançou nos últimos dias um novo fascículo da Cartilha de Segurança dedicado aos cuidados com o Internet Banking.
O manual traz orientações – como os riscos de divulgar informações bancárias por e-mail e telefone, e cuidados com mensagens atribuídas a bancos e que podem conter códigos maliciosos ou induzir acesso a páginas falsas – para que o usuário possa utilizar sites bancários com mais segurança.
Além de dicas de proteção, como: não acessar suas contas por meio de computadores e dispositivos móveis de terceiros, criar senhas bem elaboradas e conferir periodicamente extratos bancários para verificar transações indevidas.
Esse é o sexto fascículo do conjunto, ilustrado e disponível no formato PDF – o terceiro neste ano. O material é acompanhado por slides, licenciados sob Creative Commons (CC BY-NC-SA 3.0), e pode ser usado livremente.
A cartilha na íntegra também está disponível em formado ePub.
Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do Seu micro seguro, pela referência a esta notícia.
Dicas do Google para segurança WiFi
15/07/2013 DEIXE UM COMENTÁRIO
Série “É bom Saber”, com conselhos sobre privacidade e navegação segura, ensina a melhorar a segurança da rede WiFi doméstica
Já faz algum tempo que o Google mantém um site com dicas rápidas e instruções que explicam o que você pode fazer para se manter seguro na Web. A série “É bom saber” funciona como uma espécie de guia para se manter seguro e protegido online.
Esta semana, o site do Google que concentra essas dicas ganhou um texto especial sobreo uso seguro de redes WiFi domésticas.
Segundo o Google, mais de 25% dos usuários de Internet no mundo usam WiFi em casa para se conectar à web. Mas muitos não têm certeza de como proteger a sua rede doméstica ou não sabem por que é importante fazer isso. A melhor maneira de pensar sobre a sua rede WiFi doméstica é imaginar que ela é como a sua porta da frente: é importante ter uma tranca forte para garantir a sua segurança.
Quando os seus dados trafegam em uma rede WiFi desprotegida, as informações que você envia ou recebe podem ser interceptadas por alguém que esteja por perto. Seus vizinhos também podem usar a sua rede para acessar a Internet, o que pode deixar a sua conexão mais lenta. Proteger a sua rede pode ajudar a manter suas informações seguras quando você se conectar e pode proteger os dispositivos que estão conectados à sua rede.
Se tiver interesse em melhorar a segurança da sua rede WiFi doméstica, as etapas em seguida podem ajudar.
1. Verifique que tipo de segurança você já tem na sua rede WFi doméstica
Seus amigos precisam digitar uma senha para entrar na sua rede WiFi quando visitam a sua casa pela primeira vez? Se esse não for o caso, a sua rede não é tão segura quanto poderia ser. Mesmo se eles precisam inserir uma senha, há alguns métodos diferentes para proteger a sua rede e alguns são melhores que outros. Para verificar que tipo de segurança você tem na sua rede doméstica, olhe nas configurações do WiFi. Sua rede provavelmente será: desprotegida ou protegida com WEP, WPA ou WPA2. WEP é o protocolo de segurança sem fio mais antigo. Por conta disso, também é mais fraco que os outros. O WPA supera o WEP, mas o WPA2 é o melhor.
2. Mude suas configurações de segurança da rede para WPA2
Seu roteador sem fio é a máquina que cria a rede WiFi. Se a sua rede doméstica não for protegida com o WPA2, você precisa acessar a página de configurações do seu roteador para fazer a alteração. Consulte o manual do usuário do seu roteador para saber como acessar essa página ou procure online as instruções para o seu aparelho específico. Qualquer dispositivo com a marca comercial Wi-Fi comercializado depois de 2006 é compatível com o WPA2. Se você tem um roteador mais antigo, sugerimos que faça uma atualização para um mais novo que ofereça o WPA2. É mais seguro e ainda pode ser muito mais rápido.
3. Crie uma senha forte para a sua rede WiFi
Para proteger a sua senha com WPA2, será necessário criar uma senha. É importante que você escolha uma senha única, longa e com uma mistura de números, letras e símbolos, para que seja difícil para outros adivinharem. Se você estiver em um espaço particular, como a sua casa, não tem problema escrever a senha em papel como lembrete, mas guarde em um local seguro. Também será útil ter a senha por perto caso seus amigos venham visitar e precisem se conectar à Internet. Assim como você não sai por aí distribuindo cópias da chave da sua casa, somente dê a senha do seu Wi-Fi para pessoas da sua confiança.
4. Proteja seu roteador também, para que ninguém altere suas configurações
Seu roteador precisa de uma senha própria, diferente da senha que você usa para proteger sua rede. Os roteadores saem de fábrica sem senha ou possuem uma senha padrão simples que muitos cibercriminosos já conhecem. Se você não redefinir a senha do seu roteador, criminosos em qualquer lugar do mundo terão uma maneira fácil de iniciar um ataque contra a sua rede para acessar os dados compartilhados e os computadores conectados à sua rede. Para muitos roteadores, é possível redefinir a senha na página de configurações do aparelho. Crie uma senha diferente da que usa para se conectar à sua rede WiFi (como descrito na etapa 3) e não a compartilhe com ninguém. Se as senhas forem iguais, qualquer pessoa com a senha da rede também poderá alterar as configurações do seu roteador WiFi.
5. Se precisar de ajuda, consulte as instruções
Se tiver perdido o manual do seu roteador, digite o número do modelo do seu roteador em um mecanismo de pesquisa: geralmente as informações estão disponíveis on-line. Em último caso, entre em contato com o fabricante do roteador ou com o seu provedor de serviços da Internet para mais ajuda.
Confira o vídeo abaixo para saber mais sobre as medidas simples, mas importantes, que você pode tomar para melhorar a segurança da sua navegação na Internet neste vídeodo próprio Google (em Inglês).
Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do seu micro seguro, pela referência a esta notícia.
Fonte: IDG Now!
3 dicas para saber se o seu computador está contaminado
16/07/2013 7 COMENTÁRIOS
Existem três coisas que vão acontecer pelo menos uma vez na vida de quem usa computador e internet com uma certa frequência: esquecer uma senha, queimar o HD e pegar um vírus. Para a primeira tragédia, sempre há um email cadastrado ou uma nova conta a ser criada. Já a segunda pode ser resolvida com um bom backup e com alguns cuidados de manutenção. Contudo, o terceiro desastre pode render algumas dores de cabeça a mais, já que nem sempre você se dá conta que está infectado.
Há alguns anos os malwares de computador mais conhecidos eram escandalosos e alteravam elementos perceptíveis da tela do usuário, tais como cores, padrões e comandos. Hoje em dia, as ameaças estão mais sofisticadas e tímidas: mais do que aparecer, elas querem se propagar rapidamente, infectando a maior quantidade de máquinas possíveis. Mas como saber se o seu computador está contaminado, então? Seguem algumas dicas logo a seguir:
1.Pop ups e banners
Esse tipo de malware já está ultrapassado, mas ainda existe por aí para atormentar a sua vida. Se muitas mensagens pop up começarem a aparecer mesmo com o seu navegador estando habilitado para não mostrá-las, desconfie.
O mesmo acontece com mensagens ditas como “oficiais”, de órgãos como o FBI, a CIA e a Polícia Federal, anunciando que você infringiu determinada lei e que precisa pagar uma taxa para continuar usando seu computador ou a internet normalmente. Viu um banner estranho ou fora do normal no desktop ou no próprio navegador? Verifique! Pode ser um malware.
2.Emails automáticos
Seus amigos estão recebendo mensagens de email esquisitas do seu remetente mesmo você não tendo enviado nada? Quando abrimos nossa conta de email, geralmente verificamos apenas as novas mensagens na caixa de entrada, deixando de lado a caixa de enviados. E é justamente disso que esse tipo de malware se aproveita.
Devido à sua desatenção, mensagens de email em redes sociais e em chats são enviadas automaticamente, de forma a propagar a ameaça. Portanto, ficar de olho no que é enviado e sempre ouvir seus amigos quando “uma mensagem estranha chegou” pode ajudar você a detectar uma infecção. Na dúvida, não fique parado: faça um escaneamento com seu anti-vírus ou ferramenta extra de terceiros já!
3.Lentidão
Tudo bem, seu computador pode não ser uma super máquina, mas funcionava direito até que um dia começou a travar, ficar lento e se recusar a abrir determinados programas. O que será que aconteceu? Nesses casos, há dois prováveis motivos: a falta de manutenção ou a temida ação de um malware.
Quando acumulamos muitos arquivos e programas no PC, a tendência é que ele fique mais lento e apresente algumas dificuldades de funcionamento. Isso pode ser evitado com a limpeza e a atualização periódicas. Contudo, se você já faz tudo isso e mesmo assim está tendo que lidar com uma carroça, a verdadeira solução pode estar no anti-vírus.
Os malwares podem se instalar no computador sem dar muita bandeira, apenas prejudicando o funcionamento da máquina e aproveitando a capacidade de processamento para realizar tarefas não autorizadas, colocando você em uma rede zumbi de computadores. Se os travamentos são frequentes e o seu computador está trabalhando mais que o normal, uma boa dica é verificar as tarefas do sistema por meio do monitor de atividade. Assim, é possível saber quais programas ou tarefas mais estão consumindo o processamento da máquina. Uma excelente ferramenta para este tipo de investigação é o Comodo KillSwitch que é parte do Comodo Cleaning Essentials (CCE) e que pode ser obtido através deste link.
Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do seu micro seguro, pela referência a esta matéria.
Fonte: canaltech com partes editadas por seu micro seguro.
Dicas de como se manter seguro na Internet
18/07/2013 DEIXE UM COMENTÁRIO
Serviços possuem boas opções de segurança, mas cada internauta precisa fazer sua parte
Todo internauta precisa triplicar a atenção com os dados que disponibiliza pela internet porque, à medida que cresce a quantidade de serviços online, também aumenta o número de pessoas mal intencionadas que se aproveitam disso.
Para minimizar os problemas, a maioria dos grandes produtos possui sistemas de segurança que tentam proteger os clientes, mas cada pessoa tem de fazer a sua parte. Trazemos abaixo algumas dicas do especialista sênior de segurança da Kaspersky, Fábio Assolini, sobre o que fazer para se manter a salvo.
“De todas as opções de segurança disponíveis para usuários do Facebook, a mais indicada é a autenticação de dois fatores”, afirma Fabio Assolini, já que ela “irá atrelar sua conta a um número de celular, e através de códigos SMS ou de uma aplicação para smartphones irá controlar o acesso, mesmo que a senha da conta seja roubada.”
Confira as dicas:
√ Utilize um endereço de e-mail confiável para receber suas notificações de redes sociais. Você precisa de um e-mail para se comunicar com seus colegas e amigos e outro altamente seguro para receber e-mails de instituições importantes.
√ Sempre existe a possibilidade de erro. Criar um post ou fotos “apenas para amigos” ou mesmo “privado” não garante que ninguém verá esse conteúdo. É melhor compartilhar itens sensíveis pessoalmente ou por meio de comunicação direta.
√ Se você armazenar arquivos na nuvem para uso pessoal, considere criptografá-los.
√ Crie senhas fortes, sem palavras que se possam encontrar num dicionário, dados pessoais ou que siga uma ordem regular do teclado – nada de QAZ ou QWER. Uma senha segura deve conter uma combinação de letras, números e caracteres especiais.
√ Associe seus serviços a um dispositivo móvel, ativando a autenticação em dois passos. Assim, sempre que se conectar de um dispositivo ou navegador diferente, será exigido um código que é enviado ao seu celular. Facebook, Twitter e Gmail estão entre os produtos que aceitam isso.
√ Ative a navegação segura (HTTPS) para encriptar a sua navegação, evitando que alguém possa se introduzir em suas contas quando você estiver navegando através de uma rede Wi-Fi insegura.
√ Notificações de login. Com este recurso ativado, o Facebook irá avisar sempre que a sua conta for acessada através de um dispositivo novo.
√ Sessões ativas. Verifique as suas sessões ativas nas configurações de segurança da sua conta do Facebook e do Gmail para saber a partir de onde foram feitos os logins em sua conta. Às vezes a conta está ativa em mais de um lugar simultaneamente.
√ Senha de aplicativos. Esta função existe para criar senhas de acesso para aplicações como Skype, Jabber, Xbox etc. Se houver a opção “aprovações de login”, você deverá habilitar o recurso para entrar na sua conta a partir desses dispositivos.
Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do seu micro seguro, pela referência a esta matéria.
Fonte: Olhar Digital
5 dicas úteis para proteger sua conta do facebook
20/08/2013 3 COMENTÁRIOS
Não basta hoje em dia ter uma senha indecifrável, com muitos caracteres, intercalando maiúsculas, minúsculas e sinais de pontuação para manter a sua conta no Facebook completamente segura contra invasões.
Ainda que o risco de ter o seu perfil invadido seja pequeno e você certamente possa confiar no serviço, há uma série de recursos extras que você pode utilizar para aumentar a proteção da sua conta e se sentir mais seguro de que suas conversas e atividades não serão lidas por terceiros.
Há certos cuidados básicos que deveremos ter ao acessar o Facebook, especialmente quando usamos um computador público, no trabalho ou na casa de amigos. É importante, por exemplo, encerrar sempre a sessão ao sair, e se lembrar, se possível, de não deixar as senhas salvas na máquina nem acionar a opção “mantenha-me conectado” que aparece logo abaixo das caixas de preenchimento para efetuar o login.
Ao mesmo tempo, acessamos o Facebook hoje em dia em aparelhos diferentes, como smartphones e tablets que tem aplicativos específicos para conectar à rede social. Muitas vezes, essas conexões permanecem ativas, com o login salvo em suas configurações, e as sessões ficam abertas e desprotegidas.
Para auxiliar com essas fragilidades de uso, o Facebook oferece uma série de recursos extras de proteção que você pode acionar utilizando a seção “Configurações de segurança”. Ao entrar na conta por um navegador da web, clique no ícone de engrenagem no topo da página e escolha o item “Configurações de conta”. O mesmo painel de controle pode ser encontrado em tablets e smartphones, através da barra de ferramentas dos aplicativos.
Nessa seção, há um item específico de “Segurança” que lista as ferramentas disponíveis para controlar e proteger melhor a sua conta de perfil, habilitar ou remover dispositivos portáteis e gerenciar acessos de login. Veja em detalhes como utilizar esses recursos.
1. Navegação segura
O primeiro item que o Facebook oferece é um mecanismo de navegação que utiliza o protocolo de criptografia HTTPS sempre que possível. Essa é uma ferramenta bastante simples, que não exige configuração adicional do usuário e que fornece um nível de segurança a mais contra invasão, vazamento de dados ou monitoramento de atividades.
Esse recurso é eficiente para quando você acessar o Facebook através de um computador não confiável ou quando realizar outras atividades simultaneamente no navegador que podem deixar a sua conexão vulnerável. Você pode acionar a navegação segura e deixar essa opção sempre ativa, não precisando mais se preocupar com esse item.
2. Notificação de login
O Facebook tem também uma opção que avisa, por mensagem de texto ou por email, sempre que uma nova sessão da sua conta for iniciada em um computador ou aparelho portátil não conhecido.
Esse recurso utiliza o endereço de email e o número do telefone celular registrado no seu perfil para informar quando há um novo tipo de acesso sendo realizado. A notificação ocorre sempre que você abrir o Facebook de um computador ou dispositivo móvel em que você nunca se conectou antes.
3. Aprovações de login e Senha de aplicativos
Para auxiliar a navegação em computadores públicos ou pouco confiáveis, o Facebook tem também uma ferramenta extra de senha para quando você estiver utilizando um navegador desconhecido.
Em “Aprovações de login”, você pode definir um código de segurança especial para registrar um computador ou aparelho móvel desconhecido. O recurso é similar à “Notificação de login”, mas com uma senha a mais para permitir o acesso e com o diferencial de que é possível salvar o dispositivo e dar um nome a essa conexão.
Como forma de permitir o acesso direto aos seus aplicativos (aqueles associados à conta do Facebook), a central de segurança oferece também a opção “Senha de aplicativos”. Esse mecanismo é útil especialmente para quando você ativar as “Aprovações de login”, mas não quer esperar pela autenticação dos códigos de segurança para ir aos seus apps. A “Senha de aplicativos” é uma verificação especial para você acessar apenas e diretamente esses itens.
4. Contatos de confiança
Você pode também definir de 3 a 5 contatos da sua rede social que poderão te ajudar caso ocorra algum problema com a sua conta.
Os amigos não são notificados de que seus nomes entraram nessa lista a não ser que você tenha que recorrer ao serviço, se sua conta for invadida ou se tiver que confirmar a sua identidade para o Facebook.
5. Sessões ativas e Dispositivos reconhecidos
Os dois últimos itens da lista de recursos extras de segurança do Facebook ajudam a gerenciar os acessos por múltiplos dispositivos e encerrar sessões. Essas ferramentas são de extrema importância para quem tem o costume de se conectar em muitas máquinas e esquece de fechar propriamente os aplicativos e navegadores.
Em “Sessões ativas”, você pode verificar quais são as conexões mantidas com a sua conta. É possível ver se há mais de uma sessão aberta, se há dispositivos relacionados e em quais aparelhos seu perfil está conectado.
O recurso especifica o local (aproximado) da conexão, o tipo de dispositivo e a última vez em que cada sessão acessou sua conta. Você pode encerrar as atividades que considerar suspeitas ou em que você não deseja mais se manter conectado. Dessa maneira, você se mantém mais seguro sobre seus dados e sobre quais máquinas podem abrir a sua página na rede social.
Algo similar ocorre em “Dispositivos reconhecidos”, no qual você pode controlar quais são os aparelhos portáteis que podem acessar a sua conta e que têm a identidade confirmada por você. Caso encontre um dispositivo listado que não reconheça, elimine a conexão clicando na opção “Remover”.
As opções adicionais de segurança do Facebook não eliminam os cuidados que você deve ter ao navegar na internet, como escolher conexões e sites seguros, utilizar sempre um bom programa antivírus e preferir senhas fortes e difíceis de serem decifradas.
Todo cuidado é pouco quando se trata de um canal social de tamanha importância como o Facebook, e certamente ninguém quer ter a sua conta invadida ou roubada por terceiros. Então, não custa nada se prevenir e verificar esses itens extras de proteção.
Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do seu micro seguro, pela referência a essa matéria.
Fonte: tecmundo
Como se proteger de ameaças que chegam por e-mail
22/08/2013 3 COMENTÁRIOS
Muitos usuários mais experientes e conhecedores dos esquemas que chegam por e-mail conseguem escapar desse tipo de ameaça, porém outros tantos acabando sendo enganados por promessas diversas ou ameaças implícitas.
Além disso os tipos e ataquem vivem mudando e sendo melhorados até que os crackers consigam praticar o golpe.
Tem receio de estar a cair num esquema de phishing? Observe atentamente a isca
Verifique de quem é o e-mail. É possível fingir qualquer endereço de e-mail, mas nem todos os cibercriminosos são assim tão inteligentes – eventualmente poderão usar um endereço de e-mail aleatório. Verifique qualquer link presente nesse e-mail. Passando o mouse por cima da link fará surgir uma janela com o verdadeira endereço. Observando com atenção se pode descobrir se o endereço faz algum sentido ou se está mal escrito. Na dúvida, não clique.
Contas, convites para casamento, finanças – o cibercrime utiliza tudo
Para o cibercrime nada é sagrado – convites de casamento, faturas e declarações fiscais são das táticas mais utilizadas. Pense sempre bem antes de abrir qualquer anexo – mesmo aqueles que parecem vir de amigos. Não se deixe enganar por fatos surpreendentes como o anúncio de um casamento súbito, ou que ocorreu um erro inesperado no seu pagamento de impostos. Simplesmente, não clique em nada.
Seja muito cauteloso com endereços encurtados
Serviços com o TinyURL são muito populares no Twitter, porém deve-se ter muito cuidado quando eles são utilizados num e-mail. Se não existe um limite para o número de caracteres a usar porque motivo alguém encurtou a ligação? Se você quiser saber a que endereço corresponde a URL encurtada poderá utilizar a página LongURL que está disponível em http://longurl.org/ ou ohttp://www.urluncoverpro.com/.
Os números de telefone não garantem que o e-mail seja real
Não confie em mensagens de email mais profissionais só por terem um número de contato – isto pode ser um truque. O número pode funcionar, mas pode-se estar ligando para o cibercriminoso, ao invés de uma empresa. O cibercriminoso poderá usar o contato para tentar obter mais informações sobre quem está telefonando.
Não publique o seu endereço de e-mail
Divulgar seu endereço de e-mail na Internet pode ser uma má ideia – tanto para indivíduos como para empresas. No início deste ano, alguns fornecedores de energia elétrica sediados nos Estados Unidos sofreram ataques de spear-phishing, através de informações publicadas nos próprios sites das empresas. Se houver qualquer modo de identificação, para o qual não seja necessário introduzir o seu endereço de e-mail, use-o.
Não carregue imagens automaticamente
Configure o seu endereço de email para que as imagens não sejam carregadas automaticamente. As imagens estão muitas vezes alojadas nos servidores dos criminosos e se forem descarregadas automaticamente poderão enviar ao cracker a mensagem de que o seu endereço é real e está ativo.
Não se coloque em listas de spam
Tenha muito cuidado quando preenche formulários na Internet – especialmente os que possuem caixas de seleção com a mensagem “quero receber mais informações”. Se por um lado com as empresas mais conhecidas não existe qualquer problema, nas mais duvidosas o seu contato pode ir parar em listas de mensagens de spam.
Não guarde dados sensíveis na pasta Enviados
Para um cibercriminoso, uma conta de email pessoal é um tesouro repleto de informações. Não deixe dados sensíveis na pasta de emails enviados como detalhes relativos a sua conta bancária, cartão de crédito e senhas. Na realidade o melhor mesmo é que mensagens contendo esses dados nunca sejam enviadas por e-mail convencional e apenas de forma criptografada.
Mudou de emprego? Mude o endereço de recuperação de emails
Se utilizava o endereço de email da sua empresa para alguns registros em portais, deverá alterá-lo antes de sair e deixar de usar essa conta de e-mail. Se não o fizer e se algo de errado ocorrer, nunca terá oportunidade de recuperar a sua senha caso venha a precisar dela.
Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do seu micro seguro, pela referência a essa matéria.
Fonte: Eset blog
Na era digital, privacidade virou coisa do passado
27/08/2013 DEIXE UM COMENTÁRIO
Privacidade é uma palavra que parece não constar no dicionário do mundo mobile e da internet. Pelo menos ela não faz jus ao – antigo e porque não quase utópico –significado:
Privacidade é a habilidade de uma pessoa em controlar a exposição e a disponibilidade de informações acerca de si. Relaciona-se com a capacidade de existir na sociedade de forma anônima (inclusive pelo disfarce de um pseudônimo ou por uma identidade falsa). Wikipédia
Privacidade não existe no mundo digital
Comprovações para mostrar que a privacidade está se tornando um sonho existem aos montes. Na última quarta-feira a jornalista Michele Catalano, que vive em Long Island, New York (EUA), recebeu a inesperada visita de seis agentes do FBI, que indagaram sua família – de classe média – com perguntas normalmente feitas a terroristas, como “De onde você é?”, “Onde nasceram seus pais?” e “Onde você trabalha?”.
O motivo? Ela e seu marido tinham comprado uma panela de pressão e uma mochila recentemente – ambas pela internet –, e seu filho, de 20 anos, havia lido muitas notícias sobre o atentado que ocorreu na Maratona de Boston, no dia 15 de abril, em que os terroristas fizeram uma bomba com uma panela de pressão e a esconderam dentro de uma mochila – a polícia nega a versão e alega que investigou a família devido a uma denúncia do ex-chefe do marido de Catalano.
No mundo mobile também há indícios disso, inclusive envolvendo o FBI. Uma matéria veiculada pelo jornal norte-americano The Wall Street Journal relata que, de acordo com fontes anônimas, a polícia federal dos EUA tem como estratégia instalar malware em smartphones de pessoas suspeitas para rastreá-las, podendo acompanhar seus passos e até ativar o microfone e a câmera do aparelho, para obter áudio e imagem do local em que o suspeito se encontra.
No entanto, essa estratégia só é utilizada com pessoas sem alto conhecimento técnico, já que o FBI teme que alguém descubra como isso é feito e divulgue a nova arma dos agentes federais. Ainda é uma incógnita a quantidade de pessoas que já foram ‘estudadas’ dessa forma, se o malware é removido depois que as investigações terminam e quais outros tipos de gadgets eles podem utilizar para saber o que você está fazendo.
Por fim, um estudo feito pela Appthority revelou que 95% dos 100 aplicativos gratuitos mais baixados para Android e iOS têm alguma brecha de segurança – contra 78% dos pagos –, como rastrear a localização do usuário e ‘pegar’ contatos do aparelho, sem o consentimento do dono. No caso do rastreio de localização, isso acontece com 73% dos apps grátis e 43% dos pagos.
O estudo ainda mostra que os mais ‘perigosos’ são os games, responsáveis por 36% dos apps gratuitos de iOS e 43% de Android com alguma brecha de vazamento de informações. Dentre os pagos a porcentagem dessa categoria permanece alta: 52% e 38%, respectivamente. Aplicativos de redes sociais vêm abaixo, sendo 14% dos gratuitos de iOS e 11% do Android. Apps de música, comunicação e produtividade também aparecem na lista.
De acordo com o CEO da empresa de consultoria Quantum Media Holdings, Ari Zoldan, muita gente sequer imagina que isso acontece. “O telefone é algo muito pessoal para que as pessoas percebam que, quando baixam um aplicativo, algo pode ser retirado do aparelho”, afirma ele. Mas Zoldan justifica dizendo que muitas vezes problemas do tipo passam despercebidos durante os testes e só são detectados quando utilizados por uma grande quantidade de pessoas – quando muitas informações podem já ter sido vazadas.
Esse três casos só nos induzem a um pensamento: privacidade na era digital é utopia. Toda sua atividade online pode ser rastreada, tudo o que você digita, publica, lê ou faz em um aparelho como smartphone, tablet ou computador poderá um dia ser acessado por FBI, CIA, Interpol ou qualquer outra agência de investigação caso você esteja na mira deles e eles julguem isso necessário.
Agradeço ao Lucas, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.
Fonte: Baboo
ARQUIVADO EM NOTÍCIA ETIQUETADO COM PRIVACIDADE ONLINE
Cibercrime cresce no Brasil
A Trend Micro divulgou recentemente um novo estudo com foco no Brasil, “Desafios de cibersegurança enfrentados por um mercado econômico de rápido crescimento”. O objetivo do estudo é apresentar uma visão detalhada do atual estado da cibersegurança em um país em crescente importância global, mas que também enfrenta os lados negativos da globalização.
A análise mostra que o fato de o Brasil ter um dos crescimentos mais rápidos de usuários de internet colabora para que também se torne um dos maiores alvos de cibercriminosos no mundo. Para olhar o cenário de maneira mais aprofundada, a Trend Micro dividiu o estudo por tipos de ameaça, como segue abaixo:
Malware
Nessa categoria de ameaça, o que mais chama a atenção é que o país tem um altíssimo volume de ataques do tipo DOWNAD – conhecido também como ´Conficker´, que viola servidores com usuário e senha. Só com essa extensão, foram encontrados pela Trend Micro mais de 52.000 novos ataques em um ano no Brasil. A disseminação desse malware mostra que a maioria dos usuários de internet do país ainda recorre ao uso de software pirata. Isto é porque o software pirata não pode ser atualizado com as últimas correções, deixando-os expostos.
Nessa categoria de ameaça, o que mais chama a atenção é que o país tem um altíssimo volume de ataques do tipo DOWNAD – conhecido também como ´Conficker´, que viola servidores com usuário e senha. Só com essa extensão, foram encontrados pela Trend Micro mais de 52.000 novos ataques em um ano no Brasil. A disseminação desse malware mostra que a maioria dos usuários de internet do país ainda recorre ao uso de software pirata. Isto é porque o software pirata não pode ser atualizado com as últimas correções, deixando-os expostos.
Spam
O volume de spams enviados a partir do Brasil é alarmante, quando comparado com o resto da América Latina. Enquanto o líder Brasil tem um volume de 36,30%, o segundo colocado – México – tem 18,10%. Isso pode ser explicado pelo alto número de sistemas desprotegidos que se tornam redes zumbis de disparo de spams. Além disso, a falta de conhecimento sobre os reais riscos do phishing e dos spams torna a população local ainda mais suscetível a crimes de engenharia social e ataques baseados em e-mails.
O volume de spams enviados a partir do Brasil é alarmante, quando comparado com o resto da América Latina. Enquanto o líder Brasil tem um volume de 36,30%, o segundo colocado – México – tem 18,10%. Isso pode ser explicado pelo alto número de sistemas desprotegidos que se tornam redes zumbis de disparo de spams. Além disso, a falta de conhecimento sobre os reais riscos do phishing e dos spams torna a população local ainda mais suscetível a crimes de engenharia social e ataques baseados em e-mails.
URL maliciosa
58% das URLs maliciosas da América Latina estão hospedadas no Brasil – no México, estão 12,35%.
58% das URLs maliciosas da América Latina estão hospedadas no Brasil – no México, estão 12,35%.
Botnets – as redes zumbis
Outro item que se destaca no estudo é com relação às botnets, os agentes de softwares que executam automaticamente uma ameaça. O Brasil é conhecido como um terreno ativo de servidores de comando e controle, que controlam as botnets, e comprometem os computadores. Somente em maio de 2013 a Trend Micro detectou 39 servidores de comando e controle no país.
Outro item que se destaca no estudo é com relação às botnets, os agentes de softwares que executam automaticamente uma ameaça. O Brasil é conhecido como um terreno ativo de servidores de comando e controle, que controlam as botnets, e comprometem os computadores. Somente em maio de 2013 a Trend Micro detectou 39 servidores de comando e controle no país.
Ameaças a dispositivos móveis
Cerca de 15% de todos os aparelhos móveis utilizados pelos brasileiros são smartphones – o que faz do país um terreno fértil para a lucratividade dos esquemas de phishing e malware para mobile. A pesquisa aponta que no primeiro trimestre de 2013, foram criados 10 novos tipos de phishing criados especificamente para ataques a smartphones. Os tipos mais comuns são os que criam uma Botnet Android (ver gráfico abaixo).
Além disso, o Brasil aparece em 6o lugar – no mundo – como país em que as pessoas estão mais expostas a ter riscos à privacidade por uso de aplicativos móveis.
Cerca de 15% de todos os aparelhos móveis utilizados pelos brasileiros são smartphones – o que faz do país um terreno fértil para a lucratividade dos esquemas de phishing e malware para mobile. A pesquisa aponta que no primeiro trimestre de 2013, foram criados 10 novos tipos de phishing criados especificamente para ataques a smartphones. Os tipos mais comuns são os que criam uma Botnet Android (ver gráfico abaixo).
Além disso, o Brasil aparece em 6o lugar – no mundo – como país em que as pessoas estão mais expostas a ter riscos à privacidade por uso de aplicativos móveis.
Roubo Bancário e Crimes Financeiros
Mais de 50% dos brasileiros usam serviços eletrônicos para serviços financeiros, fazendo com que sejam alvo de grupos criminosos organizados que fazem uso avançado do malware ´BANCOS´. Mas outras variantes de malware também assolam o cenário de ameaças brasileiro. No caso do TSPY_BANDOC.A ´s, o alvo não é roubar informações bancárias como BANCOS costuma fazer. Desde março de 2013, BANDOC começou fazendo estragos entre os usuários de Boletos Bancários. Esta família de malware pode mudar o boleto sempre que o usuário gerá-lo em e-commerce ou sites de bancos on-line.
Outro malware que preocupa localmente é o BANKER, que muitas vezes rouba credenciais bancárias e detalhes de contas de e-mail por meio de páginas de phishing que imitam sites de bancos oficiais. Informações roubadas são enviadas para os endereços de e-mail pré-determinados, servidores hospedados na nuvem não fiscalizados pelas autoridades, ou URLs via HTTP POST.
Mais de 50% dos brasileiros usam serviços eletrônicos para serviços financeiros, fazendo com que sejam alvo de grupos criminosos organizados que fazem uso avançado do malware ´BANCOS´. Mas outras variantes de malware também assolam o cenário de ameaças brasileiro. No caso do TSPY_BANDOC.A ´s, o alvo não é roubar informações bancárias como BANCOS costuma fazer. Desde março de 2013, BANDOC começou fazendo estragos entre os usuários de Boletos Bancários. Esta família de malware pode mudar o boleto sempre que o usuário gerá-lo em e-commerce ou sites de bancos on-line.
Outro malware que preocupa localmente é o BANKER, que muitas vezes rouba credenciais bancárias e detalhes de contas de e-mail por meio de páginas de phishing que imitam sites de bancos oficiais. Informações roubadas são enviadas para os endereços de e-mail pré-determinados, servidores hospedados na nuvem não fiscalizados pelas autoridades, ou URLs via HTTP POST.
Submundo do crime
Relacionado ao mercado financeiro e ao mundo underground de cibercrime brasileiro, outras informações chamam a atenção. Além da venda de malwares e códigos maliciosos realizada em fóruns de hackers, também são oferecidos treinamentos para quem quer aprender as técnicas de ameaças, formando verdadeiras escolas de cibercrime por demanda. E tudo tem seu preço, como pode ser visto na tabela abaixo.
Relacionado ao mercado financeiro e ao mundo underground de cibercrime brasileiro, outras informações chamam a atenção. Além da venda de malwares e códigos maliciosos realizada em fóruns de hackers, também são oferecidos treinamentos para quem quer aprender as técnicas de ameaças, formando verdadeiras escolas de cibercrime por demanda. E tudo tem seu preço, como pode ser visto na tabela abaixo.
“O estudo mostra que estamos lidando com um mercado de cibercrime muito bem organizado e preparado, que, a cada dia, traz inovações para testes. Por esse motivo, a Trend Micro está sempre reforçando com seus clientes e parceiros a importância em manter seus sistemas atualizados e buscar as melhores ferramentas de segurança do mercado”, explica Leonardo Bonomi, Diretor de Tecnologia e Suporte da Trend Micro Brasil.
Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.
Fonte: Adrenaline e Trend Micro
Cresce em 35% número de malwares para Android
02/09/2013 DEIXE UM COMENTÁRIO
Aumento foi marcado pela proliferação de vírus bancários, apps falsos de namoro online e entretenimento, e apps legítimos usados como vetores de infecção
O número de malware que atinge dispositivos Android alcançou um aumento de 35% no segundo trimestre de 2013 – crescimento inédito desde o início de 2012. A conclusão é do relatório trimestral da empresa de segurança McAfee, divulgado recentemente.
Segundo a companhia, esse aumento foi marcado pela proliferação contínua de malwares bancários para roubo de SMS, aplicativos fraudulentos de namoro online e entretenimento, aplicativos legítimos usados como vetores de infecção e aplicativos mal-intencionados que se passam por ferramentas úteis, porém, falsas.
O relatório mostrou também que o número de novas amostras de ransomware (vírus que trava o computador e cobra uma taxa para o desbloqueio) dobrou nesse segundo trimestre com relação ao início do ano, chegando a 320 mil. Esse número equivale ao dobro registrado no período anterior, o que demonstra a rentabilidade da tática.
O levantamento também apontou um aumento de 16% no número de URLs suspeitas, totalizando 74,7 milhões.
Amostras de malware com assinatura digital também registrou aumento de 50%, atingindo 1,2 milhão de novas amostras.
O volume de spam mundial continuou em alta durante o segundo trimestre, com mais de 5,5 trilhões de mensagens de spam. Isso representou aproximadamente 70% do volume mundial de e-mails.
Além disso, diversos ataques contra a infraestrutura mundial do Bitcoin e revelações sobre a rede Operation Troy, que tinha como alvo recursos militares norte-americanos e sul-coreanos também
“O cenário dos cibercrimes móveis está ganhando contornos mais definidos à medida que quadrilhas de cibercriminosos determinam as táticas que são mais eficazes e lucrativas”, afirmou o vice-presidente sênior do McAfee Labs, Vincent Weafer. “Como acontece em outras áreas, a motivação lucrativa de invadir contas bancárias ganhou mais relevância do que as dificuldades técnicas de burlar a confiança digital. Táticas como os golpes dos aplicativos de encontros e entretenimento aproveitam a falta de atenção dada a esses golpes, ao passo que outros simplesmente atacam a moeda mais popular do paradigma móvel: informações pessoais dos usuários”, conclui o executivo.
Táticas de ataque
Malwares bancários: os pesquisadores da McAfee identificaram quatro malwares móveis significativos que capturam os nomes de usuário, as senhas tradicionais e, depois, interceptam as mensagens de SMS que contêm as credenciais de acesso às contas bancárias. Então, as partes mal-intencionadas têm acesso direto às contas e podem transferir saldos.
Aplicativos falsos de namoro: a empresa identificou um aumento acentuado no número de aplicativos de encontros e entretenimento que induzem os usuários a se inscrever em serviços pagos que não existem. Os lucros das compras são complementados pelo roubo e pela venda contínuos de informações e dados pessoais dos usuários armazenados nos dispositivos.
Aplicativos usados como vetor de infecção: a pesquisa mostrou aumento do uso de aplicativos legítimos modificados para atuar como spyware nos dispositivos dos usuários. Essas ameaças coletam uma grande quantidade de informações pessoais do usuário (contatos, registros de chamadas, mensagens de texto, localização) e enviam os dados ao servidor do invasor.
Ferramentas falsas: os cibercriminosos também estão usando aplicativos que se passam por ferramentas úteis, como instaladores de aplicações que instalam spyware e coletam e encaminham dados pessoais.
Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.
Fonte: IDG Now!
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