19 abril, 2016

Ataques por Ransomwares crescem no Brasil

Ataques por Ransomwares crescem no Brasil

ransomware-demandO programa Fantástico da rede Globo apresentou uma matéria sobre um golpe que tem se tornando cada mais comum na internet: o sequestro de dados através de ransomwares.
Criminosos virtuais invadem computadores e celulares e só devolvem o acesso aos arquivos depois do pagamento de um resgate.
Diversas pessoas, empresas e até prefeituras no Brasil já foram afetadas pelo golpe.
Assista aqui ao vídeo:

Dicas para se proteger do ataque de Ransomwares

Dicas para se proteger do ataque de Ransomwares

RansomwareO ransomware vem ganhando notoriedade entre as ciberameaças. Uma vez que um Trojan de ransomware se infiltra em um sistema, criptografa seus arquivos silenciosamente, incluindo seus documentos valiosos, vídeos e fotos. O processo ocorre em segundo plano de modo que a vítima não tem consciência do que está ocorrendo até que seja tarde demais.
Quando o estrago está feito, o Trojan informa ao usuário que seus arquivos foram codificados. Se a vítima quiser reavê-los, terá de pagar o resgate, que tende a ser um valor exorbitante, normalmente em bitcoins. A maioria das vítimas não possui grande conhecimento e experiência em tecnologia -então a inconveniência é maior, pois também têm de descobrir o que são bitcoins e onde obtê-las.
O que torna o ransomware um esquema particularmente problemático é que os arquivos criptografados ainda estão armazenados no computador do usuário.
Aqui vão algumas dicas simples e importantes para garantir a proteção de seus dados.
1) Tenha certeza de fazer backups regulares de seus arquivos importantes. É altamente recomendável criar duas cópias do backup, uma na nuvem (em serviços como Dropbox, Google Drive, etc.) e outra gravada em uma mídia física (HD externo, pendrive, um notebook extra, etc.)
Uma vez que seu backup esteja pronto, tenha certeza de verificar as restrições para os arquivos: seu dispositivo “Plano B” deve possuir apenas permissões de escrita ou leitura, sem a oportunidade de modificar ou apagar arquivos. O seu backup pode salvá-lo em diversas circunstâncias, incluindo a remoção acidental de arquivos críticos ou falhas de drives.
2) Cibercriminosos distribuem e-mails falsos se passando por uma notificação de lojas online ou bancos, atraindo o usuário para clicar em um link malicioso de modo a distribuir malware. Esse método é chamado de phishing. Com isso em mente, melhore suas configurações de spam e nunca abra um anexo enviado por um desconhecido.
3) Não confie em ninguém. Links maliciosos podem ser enviados por seus amigos nas mídias sociais, por colegas ou parceiros de jogos que tenham sido infectados de uma maneira ou de outra.
4) Habilite opções como “Mostrar a extensão de arquivos” nas configurações do Windows. Isso tornará bem mais fácil distinguir arquivos potencialmente maliciosos. Como Trojans são programas, você deve ficar de olho em arquivos com extensões como <>, <>, e <>.
Você precisa ficar atento, pois muitos tipos de arquivos familiares podem ser perigosos. Cibercriminosos podem usar diversas extensões para mascarar arquivos como vídeos, fotos, ou um documento (como like hot-chics.avi.exe or report.doc.scr).
5) Atualize regularmente seu sistema operacional, navegador e outros programas. Os criminosos tendem a explorar vulnerabilidades em softwares de modo a comprometer os sistemas.
6) Use uma solução de segurança bem referenciada que ofereça proteção a seu sistema do ataque de ransomwares.
7) Se você descobrir um processo clandestino ou desconhecido na sua máquina, interrompa a conexão com a internet imediatamente. Se o ransomware não tiver conseguido apagar a chave de criptografia do seu computador, ainda existe uma chance de que você possa restaurar os arquivos. No entanto, as novas versões desse tipo de malware utilizam uma senha predefinida, então essa dica infelizmente não funcionaria nesse caso.
8) Se você der azar de ter seus arquivos encriptados, não pague o resgate, a menos que que o acesso instantâneo de alguns de seus arquivos seja crítico. De fato, cada pagamento abastece esse negócio ilegal que irá prosperar quando mais pessoas forem pegas neste golpe.
9) Caso seus dispositivos sejam infectados por um ransomware, você devia tentar descobrir o nome do malware: talvez seja uma versão antiga e seja relativamente simples restaurar seus arquivos. Os ransomware eram menos avançados no passado.
A Kaspersky conta com uma ferramenta que possibilita desencriptar seus arquivos sem ter de pagar o resgate. Para verificar se é possível, visite noransom.kaspersky.com.

Ransomware: a melhor proteção é conhecê-lo melhor

Ransomware: a melhor proteção é conhecê-lo melhor

ransomware-demand
1. Foi idealizado na década de 1980
O primeiro ransomware foi concebido por Joseph Popp em 1989. Tratava-se de um trojan conhecido pelo nome de “AIDS” que enganava os usuários dizendo a eles que a licença de determinado software tinha expirado. O malware criptografava todos os arquivos do disco rígido e exigia às vítimas que elas pagassem uma quantia de 189 dólares à corporação “PC Cyborg” em troca do desbloqueio do sistema. O AIDS criptografava os nomes dos arquivos utilizando criptografia simétrica. Uma vez que os especialistas tiveram a chance de analisar o código do malware, tornou-se simples reverter o processo e rastrear o cibercriminosos. Hoje em dia, os ransomware utilizam criptografia assimétrica.
2. Ele existe em dois tipos
Basicamente, existem dois tipos de ransomware: os bloqueadores e os codificadores. Os codificadores são os trojans que criptografam qualquer tipo de arquivos que poderiam ser valiosos para os usuários. Isso pode incluir fotos pessoais, arquivos, documentos, bancos de dados, etc.
Os bloqueadores também são trojans (alguns dos bloqueadores mais proeminentes estão baseados em outros trojans, como é o caso do Reveton, que está baseado no trojan bancário ZeuS). Este tipo de ransomware apenas bloqueia os sistemas infectados e exige o pagamento.
3. Está presente em múltiplas plataformas
O ransomware tornou-se extremamente popular no segundo semestre de 2000. Inicialmente, a maioria das vítimas eram usuários de PCs baseados em Windows. Com o tempo, o ransomware surgiu em outras plataformas, incluindo iOS, Mac OS X e Android.
4. Pagar o resgate pode ser em vão
Tal como acontece com os fraudadores da vida real, não há absolutamente nenhuma garantia de que eles vão concretizar a sua parte do “negócio”. Mesmo se a vítima optar por pagar, isso não significa que elas terão acesso aos seus arquivos. A melhor opção aqui é fazer todo o possível para prevenir a infecção.
5. É distribuído como outros tipos de malware
Há muitas maneiras do ransomware ser distribuído, mas na maioria das vezes ele é entregue via spam, ou age como worms de computador, incitando os usuários a fazer o download de conteúdo malicioso usando técnicas genéricas de engenharia social.
O Cryptolocker original, por exemplo, já foi distribuído via a botnet Gameover ZeuS e foi neutralizado pelas autoridades durante a famosa operação Tovar. Durante esta operação, uma base de dados de chaves privadas utilizadas pelo Cryptolocker foi recuperada e em seguida utilizada para ajudar as vítimas deste ransomware a recuperar seus arquivos criptografados.
6. Mostra mensagens falsas como se fosse da polícia
Comumente, este ransomware tenta assustar sua vítimas exibindo mensagens falsas acusando-as de violar várias leis. No Wikipedia, há um caso em que a pessoa se entregou voluntariamente à polícia depois de receber uma mensagem falsa de um ransomware que se fez passar pelo FBI e que o acusava de possuir pornografia infantil no seu PC, o que de fato ele tinha. Finalmente, o homem foi preso. Neste caso, um mal serviu para revelar outro.
7. Está cada vez mais sofisticado cresce
Os codificadores utilizam técnicas de criptografia RSA cada vez mais sofisticadas e códigos cada vez mais compridos. Em meados de 2006, o ransomware Gpcode.AG utilizava uma chave RSA pública de 660 bit Gpcode.AG temido usado chave pública de 660 bits RSA. Em dois anos, a sua nova variante já utilizava uma chave de 1024 bits, o que era quase impossível de decifrar. Na atualidade, Cryptolocker utiliza uma chave RSA de 2048 bits.
8. Gera a aquisição de milhões de dólares
O ransomware representa a aquisição de milhões de dólares para os seus operadores. Em 2013, a agência ZDnet descobriu que os donos do CryptoLocker já havíam arrecadado quase 42 mil BTC (equivalentes a 27 milhões de dólares) com suas fraudes. Após as autoridades terem neutralizado a botnet GameOver Zeus, as pesquisas realizadas com as vítimas deste terrível malware mostrou que cerca de 1,3% delas escolheram para pagar. Ainda que esse número pareça ser baixo, representava muito dinheiro.
9. Grandes fraudes
Em cada ataque, os fraudadores costumam pedir um pagamento de mais de 300 dólares através de plataformas de pagamento anônimas (MoneyPark, Ukash) o calor equivalente em Bitcoins. Além disso, os criminosos estabelecem um tempo limitado para o pagamento, se o resgate não for pago nesse período, as chaves são eliminadas da base de dados e a recuperação dos arquivos se torna impossível. Quando os ataques apontam as corporações, as extorsões envolvem resgates muito mais caros.
10. Fazer back ups ajuda a combater o ransomware
Prevenir o ataque de um ransomware requer das mesmas medidas que para qualquer outro tipo de malware. Mantenha seu sistema sempre atualizado e qualquer software potencialmente vulnerável, bloqueIa todo o tipo de acesso não autorizado aos seus dados, etc. Mas há uma diferença: fazer back ups dos seus arquivos de forma offline é uma excelente forma de se proteger contra esta ameaça. Uma vez que em caso de uma infecção ocorra o único que você deverá fazer é formatar seu sistema e restabelecer seus arquivos.

Ransomware: o que é e como se proteger do sequestro de dados


ransomwareTer o computador ou o celular infectados por vírus, todo mundo sabe, é uma dor de cabeça. Agora, imagine que tenham criado uma infecção poderosa o suficiente para sequestrar todos os arquivos, dados e senhas do seu dispositivo, e que a única maneira de tê-los de volta seja pagando aos sequestradores. Sim, a ameaça é real e leva o nome de Ransomware, ou, em tradução livre, “vírus de resgate”.
Funciona assim: os criminosos infectam e assumem o controle de tudo o que você tem no telefone ou no PC. De posse da sua privacidade, fazem contato por e-mail exigindo o pagamento do resgate através de uma moeda virtual, como Bitcoin. Isso evita que eles sejam rastreados e localizados, permitindo que continuem atuando sob anonimato. Confirmado o pagamento, os hackers liberam o conteúdo bloqueado.
Segundo o FBI, a estimativa é de que a nova modalidade de crime, que cresceu 65% em comparação com 2014, já tenha movimentado mais de R$70 milhões em todo o mundo.
Para escapar de Ransomwares é importante evitar abrir e-mails ou fazer downloads de fontes estranhas, além de contar com um antivírus que mantenha a base de ameaças atualizada e que tenha regras de detecção realmente eficazes.
Como a infecção acontece
O Ransomware pode causar problemas tanto a usuários de computadores pessoais quanto telefones celulares e tablets, mas os métodos de infecção usados em cada dispositivo são ligeiramente diferentes.
Nos PCs, o vírus se apodera do sistema quando o usuário clica num e-mail, geralmente spam, com um falso aviso de atualização de programa. Nos celulares e nos tablets, a infecção acontece pela instalação de um aplicativo malicioso, normalmente oferecido através de sites e mensagens suspeitos.
Como a infecção acontece
O Ransomware pode causar problemas tanto a usuários de computadores pessoais quanto de telefones celulares e tablets, mas os métodos de infecção usados em cada dispositivo são ligeiramente diferentes.
Nos PCs, o malware se apodera do sistema quando o usuário clica num e-mail, geralmente spam, com um falso aviso de atualização de programa. Nos celulares e nos tablets, a infecção acontece pela instalação de um aplicativo malicioso, normalmente oferecido através de sites e mensagens suspeitos.
Evitar o sequestro ainda é a melhor opção
O Ransomware usa técnicas de infecção complexas e muito sofisticadas, o que faz com que a prevenção seja o melhor remédio. Ainda assim, por mais que muitas dicas sejam velhas conhecidas de quem já se protege dos transtornos de vírus e malwares, o caso do Ransomware mostra que alguns cuidados extras são importantes.
  • Tanto no computador quanto no Android, faça uso de um antivírus confiável. Lembre-se de mantê-lo atualizado para que possa efetivamente proteger o seu dispositivo de todas versões da ameaça.
  • Respeite os alertas do seu antivírus sobre possíveis ameaças oferecidas por sites e aplicativos;
  • Se puder, prefira guardar seus arquivos na nuvem, em serviços como Dropbox e Google Drive. Se não tiver como, faça cópias de segurança (back-ups) diárias dos seus arquivos mais importantes;
  • Se tiver sido infectado, desligue o aparelho imediatamente.
Não se esqueça: novos malwares e formas de apresentá-los surgem todos os dias. Suspeite de tudo o que não vier de fonte conhecida e fique atento aos detalhes de e-mails, sites e aplicativos que levantem suspeitas sobre a sua confiabilidade.

01 fevereiro, 2016

Febraban dá dicas de segurança para acesso ao Internet banking

Febraban dá dicas de segurança para acesso ao Internet banking

internet-bankingOs bancos investem anualmente cerca de R$ 2 bilhões em sistemas e ferramentas de segurança da informação para possibilitar que os consumidores façam operações com maior tranquilidade e comodidade. Esse montante vem crescendo nos últimos anos – em 2010 era de R$ 1,6 bilhão – atendendo às necessidades do avanço dos canais digitais no cotidiano da população.
Hoje, mobile (acesso pelo celular) e internet respondem por 58,5% das operações realizadas no sistema, conforme levantamento recente da FEBRABAN. Fortalecer ainda mais a segurança com que ocorrem as transações nesses ambientes tornou-se uma das prioridades das instituições financeiras. Afinal, tanto bancos quanto consumidores são vítimas dessa situação.
Os prejuízos causados por golpes em canais eletrônicos de atendimento ao cliente (telefone, internet, mobile banking, caixas eletrônicos, cartões de crédito e de débito) somam anualmente R$ 1,8 bilhão. A principal estratégia dos bancos no combate às fraudes é o monitoramento das operações. Quaisquer anormalidades podem gerar alertas e reações que vão desde um simples contato feito pela agência até a paralisação da transação.
Entretanto, por mais que os bancos invistam em equipamentos e ferramentas de segurança e os clientes protejam seus computadores e dispositivos móveis com sistemas robustos, o comportamento do cliente é crucial para amenizar os riscos de perdas.
As orientações abaixo valem para todo o ano, mas são ainda mais importantes em períodos como o fim de ano, com as compras de Natal. Vale lembrar que o Natal é a principal data para as vendas do comércio, puxadas pelo reforço do décimo terceiro salário.
Cuidado com as senhas
As fraudes de transferência bancária com uso de senhas dos clientes ocorrem quando há acesso do fraudador aos dados pessoais do cliente, seja através de mecanismos de engenharia social (com a coleta de informações disponíveis nas redes sociais fornecidas por amigos, parentes ou pelo próprio usuário), seja através de sites clonados. Os fraudadores usam uma série de recursos para induzir o consumidor a “abrir a guarda” no quesito de segurança.
A senha bancária funciona como uma chave que abre a porta de acesso às suas contas. Permite a realização dos mais diversos tipos de transações e de negócios: saques, transferências, ordens de pagamento, quitação de contas, aplicações, empréstimos etc. Pode ser usada com o cartão, em equipamentos como os caixas automáticos e os terminais instalados no comércio, ou sem cartão, em computadores com internet ou home banking.
  • Nunca escolha senhas que possam ser facilmente descobertas por terceiros (datas de nascimento, números de telefone, de documento de identidade, da residência, da placa do automóvel, palavras ou sequências de números, letras ou teclas). Evite também o uso de palavras ou nomes de pessoas;
  • Jamais revele sua senha a terceiros;
  • Nunca informe seus dados pessoais e senhas em sites que não sejam os do banco;
  • Ao digitar sua senha em uma máquina de autoatendimento, mantenha o corpo próximo à máquina para evitar que outros possam vê-la ou descobri-la pela movimentação dos dedos no teclado;
  • Se alguém lhe telefonar dizendo ser funcionário do banco e pedir-lhe para informar dados pessoais ou digitar sua senha em uma “central eletrônica”, não o faça em hipótese alguma;
  • Cuidado ao utilizar telefones de terceiros, principalmente os celulares, para acessar sua conta, pois sua senha poderá ficar registrada na memória do aparelho. Digite sua senha somente quando a ligação for de sua iniciativa e em aparelhos próprios ou de seu uso pessoal;
  • Troque periodicamente sua senha de acesso ao banco na internet e utilize sempre senhas de bloqueio de uso do seu smartphone;
Obs: A senha é pessoal, intransferível e nunca deve ser informada a terceiros (pessoas ou site) que não sejam do banco, pois, dessa forma, o cliente assume riscos pelo uso indevido da mesma.
Segurança no uso da internet e do mobile
  • Evite acessar o site dos bancos redirecionado por outros sites, como os de pesquisa. Sempre acesse o site do banco diretamente pelo endereço do banco no seu browser;
  • Quando for efetuar pagamentos ou realizar outras operações financeiras, você deve certificar-se que está no site desejado, seja do banco ou outro qualquer, “clicando” sobre o cadeado e/ou a chave de segurança que aparece quando se entra na área de segurança do site. O certificado de habilitação do site, concedido por um certificador internacional, aparecerá na tela, confirmando sua autenticidade, juntamente com informações sobre o nível de criptografia utilizada naquela área pelo responsável pelo site (SSL). Não insira novos certificadores no browser (programa de navegação), a menos que conheça todas as implicações decorrentes desse procedimento;
  • Mantenha os antivírus originais instalados no computador atualizados para ter acesso aos serviços bancários;
  • Só utilize equipamentos efetivamente confiáveis. Nunca realize operações em equipamentos públicos, desconhecidos ou que não tenham programas antivírus atualizados;
  • Não utilize telefones de estranhos e de origem desconhecida para efetuar transações ou fazer ligações;
  • Evite emprestar ou perder de vista seu smartphone;
  • Ao ter seu telefone roubado, furtado ou perdido, informe imediatamente ao seu banco;
  • Procure informar-se com o fabricante de seu smartphone quais os softwares e opções de segurança disponíveis para o aparelho;
  • Fique atento ao acessar sua loja de aplicativos. Evite obter aplicativos de origem desconhecida;
  • Não execute aplicações nem abra arquivos de origem desconhecida. Eles podem conter vírus, que ficam ocultos para o usuário e permitem a ação de fraudadores sobre sua conta, a partir de informações capturadas após a digitação no teclado;
  • Use somente provedores confiáveis. A escolha de um provedor deve levar em conta também seus mecanismos, políticas de segurança e a confiabilidade da empresa;
  • Não use redes wireless (wifi) desconhecidas ou em locais públicos para efetuar transações bancárias;
  • Em sua residência, mantenha sempre sua rede wifi protegida por senha;
  • Evite navegar em sites arriscados ou de conteúdo suspeito, e só faça downloads (transferência de arquivos para o seu computador) de sites que conheça e saiba que são confiáveis;
  • Utilize sempre as versões de sistemas operacionais e browsers (programas de navegação) originais e atualizados, pois geralmente incorporam melhores mecanismos de segurança;
  • Evite acessar o site dos bancos redirecionado por outros sites, como os de pesquisa. Sempre acesse o site do banco diretamente pelo endereço do banco;
  • Quando for efetuar pagamentos ou realizar outras operações financeiras, você deve certificar-se que está no site desejado, seja do banco ou outro qualquer, “clicando” sobre o cadeado e/ou a chave de segurança que aparece quando se entra na área de segurança do site. O certificado de habilitação do site, concedido por um certificador internacional, aparecerá na tela, confirmando sua autenticidade, juntamente com informações sobre o nível de criptografia utilizada naquela área pelo responsável pelo site (SSL). Não insira novos certificadores no browser (programa de navegação), a menos que conheça todas as implicações decorrentes desse procedimento;
  • Acompanhe periodicamente os lançamentos em suas contas. Caso constate qualquer movimentação irregular, entre imediatamente em contato com seu banco;
  • Em caso de dúvida sobre algum procedimento de segurança que executou, ou sobre quais medidas de proteção estão sendo tomadas quanto à segurança das transações on-line, procure seu banco.

29 outubro, 2015

Ataques por Ransomwares crescem no Brasil

Ataques por Ransomwares crescem no Brasil

ransomware-demandO programa Fantástico da rede Globo apresentou uma matéria sobre um golpe que tem se tornando cada mais comum na internet: o sequestro de dados através de ransomwares.
Criminosos virtuais invadem computadores e celulares e só devolvem o acesso aos arquivos depois do pagamento de um resgate.
Diversas pessoas, empresas e até prefeituras no Brasil já foram afetadas pelo golpe.
Assista aqui ao vídeo:

04 setembro, 2015

sintomas indicam que o seu computador está infectado:



Este é, provavelmente, um dos guias mais completos sobre remoção de malwares para Windows. Entenda Malware como todo tipo de ameaça e praga do sistema.

Alguns sintomas indicam que o seu computador está infectado:
  • Inicialização e utilização mais lenta que o normal;
  • Frequentes janelas de erro e abertura de popups;
  • Página inicial do navegador alterada;
  • Arquivos e/ou programas sumiram;
  • Sem acesso à internet ou acesso muito lento;
  • Programas que não abrem;
  • Você envia emails contendo links para seus amigos;
  • Seu antivírus foi desabilitado sem nenhum motivo aparente;
  • Seu computador ganhou vida e está fazendo coisas sozinho;
  • Redirecionamento para sites que você deseja visitar;
  • Barras de ferramentas apareceram no navegador sem o seu consentimento;
  • Você não consegue baixar ou instalar um programa antispyware;
PRINCIPAIS ANTIVIRUS:

1.Panda Antivirus Free

O Panda Antivirus Free é uma solução gratuita para a segurança do seu PC. Ele permite manter o seu computador longe de vírus e outros malwares que podem prejudicar a sua privacidade.



2.  Avast! Free Antivirus

Avast! Free Antivirus é a solução de segurança virtual mais usada no Brasil. Segundo a desenvolvedora, são mais de 34 milhões de usuários no país, e isso já deixa transparecer o nível de confiança que as pessoas têm no software. Mas não é só disso que um antivírus é feito. O Avast! evoluiu e agora se tornou uma solução completa para manter o seu PC sempre nos eixos




3. AVG Anti-Virus Free

AVG Anti-Virus Free dispensa apresentação, sendo um dos antivírus mais populares e respeitados do mundo. Este programa serve como ferramenta para que você mantenha seu computador protegido contra a ação dos mais variados tipos de pragas virtuais — incluindo vírus, spywares, worms e trojans.



Como remover e evitar malwares

Neste tutorial, aprenda a remover ou evitar malwares - vírus, spywares, worm, trojan e keylogger. Esses programas maliciosos se infiltram em um sistema operacional com o objetivo de causar danos ou mesmo roubar informações dos usuários desses sistemas.
Vírus. Basicamente, são programas maliciosos que infectam o sistema operacional e são capazes de fazer autocópias para arquivos e softwares. Assim como os vírus que atingem os humanos, eles buscam infectar outros computadores. A contaminação, na maioria das vezes, ocorre quando o usuário executa o arquivo-hospedeiro, ou seja, o arquivo infectado. Esse arquivo, geralmente, chega ao usuário através de anexos de e-mails, pen drives “contaminadas” ou outras mídias que contenham arquivos infectados.
reportagem completa

Navegar é preciso, arriscar-se não!

Navegar é preciso, arriscar-se não!A Cartilha de Segurança para Internet contém recomendações e dicas sobre como você pode aumentar a sua segurança na Internet. Abaixo você encontra links para cada um dos capítulos do Livro da Cartilha. Este livro também está disponível nos formatos PDF e ePub.
Para facilitar a discussão de alguns tópicos da Cartilha e a difusão de conteúdos específicos são disponibilizados periodicamenteFascículos. Cada um destes fascículos é acompanhado de um conjunto de slides que poderão ser utilizados para ministrar palestras ou complementar conteúdos de aulas.
Ajude a divulgar a Cartilha!


link : cartilha segurança digital

Como remover o vírus que transforma pastas e arquivos em atalhos?

Não é de hoje que as pessoas utilizam o pendrive para guardar arquivos de diversos tipos, como documentos de textos, imagens, músicas, vídeos, entre outras coisas. Entretanto, a maioria já enfrentaram problemas com vírus e muitos não sabem o que fazer para ter seu dispositivo funcionando novamente.
Aprenda a remover este vírus chato, que está trazendo muitos problemas, e evite perda de seus dados. O vírus que transforma pasta em atalhos pode ser resolvido de forma fácil, veja.
Um novo vírus de computador vem causando vários transtornos aos usuários. Trata-se de um vírus que infecta o pendrive e, simplesmente, transforma todos os arquivos e documentos em simples atalhos. Atacando em uma hora, talvez, em que o usuário precise muito do pendrive, isso leva a uma atitude desesperada: a formatação do pendrive. Leia o artigo: O que é vírus? e entenda como que estas pragras operam no seu computador.
Se você está com este problema, antes de formatar seu pendrive, saiba que a solução não é nada complicada, basta um pouco de paciência, em alguns casos. Esse vírus felizmente não apaga nenhum arquivo ou pasta que esteja na unidade removível, ele apenas oculta os documentos e pastas e cria atalhos falsos com o mesmo nome, quase idênticos. Portanto, já sabendos que seus arquivos ainda estão no seu pendrive, fique calmo!
REPORTAGEM COMPLETA

Qual é o melhor antivírus gratuito?

Qual é o melhor antivírus gratuito?

Com tantas opções de antivírus no mercado ficamos com dúvidas em relação qual o mais eficaz de todos os softwares gratuitos.
Selecionamos os melhores e mais populares programas existentes no mercado, que prometem proteger seu computador contra ameaças digitais, são eles: AVG, Avira, Avast, Microsoft Secutity Essentials e o Comodo, para se enfrentarem em um teste que analisou o potencial de proteção, o desempenho e a interface de cada um.
REPORTAGEM COMPLETA

Qual é o melhor antivírus pago?


Organizamos uma lista com os melhores antivírus pagos do mercado, mas qual é o melhor?
Uma das principais tarefas que devemos ter em mente assim que adquirimos um novo computador ou o formatamos é a escolha de um bom antivírus, afinal, com o número de ameaças crescendo constantemente, é preciso assegurar que dados pessoais estejam seguros e nossa privacidade seja mantida. Confira todas as dicas de segurança digital.
Escolher um bom antivírus em alguns casos específicos pode ser uma tarefa difícil, afinal, nos dias de hoje existem até mesmo falsos aplicativos que por trás de sua suposta proteção podem estar roubando informações sem que o usuário perceba, pois, quem garante que um antivírus não pode proteger seu computador de infecções externas ao mesmo tempo que rouba informações suas?
Um antivírus eficiente costuma ter uma boa fama de longa data, ter relações com outras empresas de segurança que também sejam confiáveis e, principalmente, obtem bons resultados em testes realizados por equipes especializadas em segurança digital como a AV Test, que se dedica anualmente à escolha dos melhores antivírus do mercado.
Pensando em lhe ajudar com essa escolha, analisamos os resultados de todos os antivírus pagos já testados pelo AV Test neste ano e elaboramos este ranking com os principais nomes do mercado para guiar o internauta em sua jornada em busca do melhor investimento possível. É importante lembrarmos mais uma vez que, se o seu antivírus favorito não está aqui, provavelmente é porque ele ainda não foi testado, como, por exemplo, o Avast.
REPORTAGEM COMPLETA

Como proteger o pendrive contra vírus


O pendrive é um dos dispositivos portáteis mais antigos que temos. Podemos transportar arquivos de diversos tipos para onde quisermos, sem nenhuma dificuldade. Porém, pessoas de mal também usam destas facilidades; é claro que estamos falando de vírus e malwares.

TUTORIAL ABAIXO

Passo 01.
Termos que  formatá-lo. Para fazer isso basta que você vá em "Meu computador", clique com o botão direito do mouse sobre a unidade do pendrive e selecione a opção "Formatar".Antes de começar será necessário que você faça o backup de todos os seu arquivos, dessa forma, você não correrá o risco de perder nada.


Passo 02.  Uma janela irá se abrir, em "Sistema de arquivos" marque a alternativa "NTFS", logo em seguida, no campo "Rótulo do Volume" escreva o nome que desejar atribuir ao dispositivo, observe se está marcado a opção de "Formatação Rápida", depois é só clicar em "Iniciar".
Passo 03. Depois da formatação for efetuada com sucesso, crie uma nova pasta com o nome que desejar dentro do pendrive. De agora em diante os arquivos que você quiser passar para o dispositivo terão que ser guardados apenas dentro da pasta.
Passo 04. Abra novamente "Meu Computador" e clique com o botão direito do mouse sobre o ícone que representa a unidade de armazenamento, logo em seguida vá até "Propriedades".
Passo 05. Procure pela guia "Segurança" a seguir por "Editar".
Passo 06. Uma nova janela irá se abrir, na coluna "Negar" marque a caixinha "Gravar". Feito isso clique em "Aplicar", se uma outra janela aparecer informando que só o proprietário poderá alterar as permissões, clique em "Sim" e depois em "Continuar", em seguida clique no botão "OK" das janelas que foram abertas.
Passo 07. Lembra da nova pasta que foi criada por você no "Passo 02", agora vamos fazer a mesma coisa do passo anterior, só que dessa vez não iremos negar e sim permitir. Vá até o seu pendrive e depois sobre o ícone da pasta clique com o botão direito do mouse e em seguida "Propriedades".
Passo 08. Na guia "Segurança" clique em "Editar"
Passo 09. Marque o "Controle Total" do grupo "Permitir". Para finalizar clique em "OK".

Conclusão Final

Não há muita dificuldade para realizar esse procedimento. Basicamente você proibiu que qualquer arquivo fosse gravado na raiz do seu pendrive, onde a maioria das vezes os vírus se alojam, porém, você não poderá manipular seus arquivos fora da pasta e sim dentro e o melhor de forma muito mais segura.
Para você entender melhor o que aconteceu, tente passar qualquer documento para a pasta raiz do pendrive, notará que não irá autorizar, em seguida tente transferi-los para a pasta criada no começo do tutorial, perceberá que tudo ocorreu com sucesso.
Pronto! Seu pendrive agora está livre e protegido contra vírus e já pode ser utilizado normalmente, lembre-se que deverá gravar os seus arquivos na pasta criada por você. 

28 janeiro, 2014

3 dicas para saber se seu PC está com vírus

Existem três coisas que vão acontecer pelo menos uma vez na vida de quem usa computador e internet com uma certa frequência: esquecer uma senha, queimar o HD e pegar um vírus. Para a primeira tragédia, sempre há um email cadastrado ou uma nova conta a ser criada. Já a segunda pode ser resolvida com um bom backup e com alguns cuidados de manutenção. Contudo, o terceiro desastre pode render algumas dores de cabeça a mais, já que nem sempre você se dá conta que está infectado. 
Há alguns anos os vírus de computador mais conhecidos eram escandalosos e alteravam elementos perceptíveis da tela do usuário, tais como cores, padrões e comandos. Hoje em dia, os malwares estão mais sofisticados e tímidos: mais do que aparecer, eles querem se propagar rapidamente, infectando a maior quantidade de máquinas possíveis. Mas como saber se o seu computador está com vírus, então? O Digital Trends separou algumas dicas e nós escolhemos as melhores.

1.Pop ups e banners

Esse tipo de vírus já está ultrapassado, mas ainda existe por aí para atormentar a sua vida. Se muitas mensagens pop up começarem a aparecer mesmo com o seu navegador estando habilitado para não mostrá-las, desconfie. 
O mesmo acontece com mensagens ditas como “oficiais”, de órgãos como o FBI, a CIA e a Polícia Federal, anunciando que você infringiu determinada lei e que precisa pagar uma taxa para continuar usando seu computador ou a internet normalmente. Viu um banner estranho ou fora do normal no desktop ou no próprio navegador? Verifique! Pode ser um vírus.

2.Emails automáticos

Email
Seus amigos estão recebendo mensagens de email esquisitas do seu remetente mesmo você não tendo enviado nada? Quando abrimos nossa conta de email, geralmente verificamos apenas as novas mensagens na caixa de entrada, deixando de lado a caixa de enviados. E é justamente disso que esse tipo de vírus se aproveita. 
Devido à sua desatenção, mensagens de email em redes sociais e em chats são enviadas automaticamente, de forma a propagar o vírus. Portanto, ficar de olho no que é enviado e sempre ouvir seus amigos quando “uma mensagem estranha chegou” pode ajudar você a detectar uma infecção. Na dúvida, não fique parado: antivírus já!

3.Lentidão

Tudo bem, seu computador pode não ser uma super máquina, mas funcionava direito até que um dia começou a travar, ficar lento e se recusar a abrir determinados programas. O que será que aconteceu? Nesses casos, há dois prováveis motivos: a falta de manutenção ou o temido vírus.
Quando acumulamos muitos arquivos e programas no PC, a tendência é que ele fique mais lento e apresente algumas dificuldades de funcionamento. Isso pode ser evitado com a limpeza e a atualização periódica. Contudo, se você já faz tudo isso e mesmo assim está tendo que lidar com uma carroça, a verdadeira solução pode estar no antivírus
Os malwares podem se instalar no computador sem dar muita bandeira, apenas prejudicando o funcionamento da máquina e aproveitando a capacidade de processamento para realizar tarefas não autorizadas, colocando você em uma rede zumbi de computadores. Se os travamentos são frequentes e o seu computador está trabalhando mais que o normal, uma boa dica é verificar as tarefas do sistema por meio do monitor de atividade. Assim, é possível saber quais programas ou tarefas mais estão consumindo o processamento da máquina. 


Matéria completa: http://canaltech.com.br/materia/seguranca/3-dicas-para-saber-se-seu-PC-esta-com-virus/#ixzz2rjWnSupU 
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27 dezembro, 2013

Dicas para tornar mais segura a sua rede sem fio


wirelessHoje em dia, invadir a rede de internet sem fio de outras pessoas acabou se tornando uma prática um tanto quanto comum. Como você já deve ter imaginado, o problema disso é o fato de que pessoas mal intencionadas acabam utilizando a conexão de terceiros — e é lógico que o prejuízo é de quem paga a conta.
Caso você queira impedir que isso aconteça você, há algumas medidas que podem ser tomadas para aumentar a proteção em torno da sua rede sem fio. Com isso, estranhos não consomem o seu pacote de dados e não prejudicam a velocidade da sua conexão, sendo que isso pode resultar em maior segurança para todo o seu computador.
Dicas como essas já foram dadas antes pelo Tecmundo, como você pode conferir clicando aqui. Dessa maneira, se você está curioso e desconfiado que o seu vizinho está dando uma de “esperto”, basta continuar lendo este artigo.
1. Sem preguiça!
Quando você recebe um roteador, normalmente uma senha e um nome de usuários padrão são utilizados — algo como “Operadoras1805” e código “11223344”. Acontece que essas características são mais fáceis de serem identificadas por hackers, de maneira que é melhor utilizar as ferramentas da empresa do seu aparelho (como um site, por exemplo) para alterar estas duas informações o mais rápido possível.
2. Erguendo proteções
Os modelos mais modernos de roteadores contam com a alternativa nativa de utilizarem proteções de firewall, dificultando qualquer tipo de possível invasão. No entanto, nem sempre essa ferramenta é ativada de fábrica, da maneira que é aconselhável conferir se ela está trabalhando — assim como também é bom proteger todas as máquinas que se conectarem a esta rede.
3. Cuidado com o que conecta
Para facilitar o seu trabalho, alguns roteadores contam com a capacidade de trabalhar com aparelhos “Universal Plug and Play” — também conhecidos como UPnP e que nada mais são do que dispositivos que podem ser plugados na sua máquina para desempenhar alguma função. No entanto, eles podem carregar vírus de acesso remoto, por exemplo, de maneira que é sempre aconselhável não programar para que essa comunicação trabalhe no automático.
4. Fique de olho
Caso você esteja desconfiado de que estejam utilizando a sua conexão de maneira indevida, por mais que você tenha tomado algumas medidas preventivas, há programas que podem ajudar. Um exemplo é o Wireless Network Watcher descrito em detalhes neste outro post aqui do seu micro seguro.
5. Uma proteção a mais
Todos os roteadores vendidos contam com algo chamado de endereço físico (ou apenas MAC), que é único e disponibilizado no próprio aparelho. Apesar de dar um pouco de trabalho e de não ser algo perfeito, você pode habilitar para que computadores só se conectem ao seu WiFi somente quando esse código for cedido, de maneira que apenas a senha convencional não seria o suficiente para quebrar a segurança.
É importante lembrar que todo modelo de aparelho tem uma forma única de trabalho, sendo importante que você tenha o manual do aparelho ou a possibilidade de entrar em contato com a fornecedora para configurá-lo corretamente. Além de tudo isso, caso você conheça outra dica bacana, compartilhe-a através de um comentário!

E-mail falso em nome do Serasa contém malware


Ao abrir link da mensagem, usuário é infectado por Cavalo de Troia que rouba dados bancários e de cartões de crédito
A Nodes Tecnologia, distribuidora das soluções de segurança da solução antivírus Avira no Brasil, identificou uma nova tática de ataque usada por cibercriminosos, que consiste no envio de e-mails falsos em nome do Serasa Experian, alertando sobre débitos pendentes.
A mensagem é enviada por um endereço eletrônico que pode, de fato, confundir as vítimas: “Serasa S/A@serasa.com.br”, e diz que o CPF cadastrado para do usuário possui débitos que devem ser quitados. Além disso, a mensagem contém elementos – como o logotipo da empresa e o modo como o texto é escrito, que dão a aparência de legítima.
Ao abrir o e-mail, a vítima é convidada a clicar em um botão, para verificar o tal débito pendente. É assim que a máquina é infectada por um Cavalo de Troia, que tem como objetivo roubar dados bancários e de cartões de crédito da vítima.
Exemplo de e-mail falso enviado em nome da Serasa, que rouba dados bancários da vítima:
serasa_ataque“Já que, para realizar compras, o consumidor necessita ter o nome limpo, ele pode se apavorar com a mensagem, principalmente nesta época do ano, porque ele tem poucos dias para fazer as compras de Natal. É neste momento que os criminosos podem obter êxito em sua tentativa de roubar as pessoas”, comenta Eduardo Lopes, diretor da Nodes Tecnologia.
O especialista ressalta que o usuário nunca deve acreditar nesse tipo de mensagem, “porque tanto a Serasa como outros órgãos que trabalham com esta modalidade de serviço fazem este tipo de comunicado apenas via Correio, diretamente na residência da pessoa. Nunca por e-mail”.
Além desta dica, o executivo também orienta os consumidores a manterem seus computadores e aparelhos móveis sempre com sistemas operacionais e programas atualizados, além de ter um sistema antivírus de qualidade instalado e atualizado.
Vale lembrar que o Serasa também oferece um serviço gratuito para consulta de CPF e para limpar o nome online, o Serasa Consumidor.
Agradeço ao Davi, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.