07 maio, 2011

Segurança: o que fazer quando o computador foi infectado por um vírus?


Falar de vírus de computador já se tornou algo bastante comum e parte do cotidiano de quem utiliza computadores, seja em casa ou em seu local de estudo ou trabalho. É conhecimento comum que é preciso se proteger dessas ameaças, que podem simplesmente prejudicar o funcionamento do computador ou até roubar informações importantes, como informações de acesso a emails ou até senhas de banco.
Infelizmente, por mais cuidados que se possa tomar, não é difícil ser infectado por um desses programas maliciosos. Caso isso tenha acontecido com você, não precisa entrar em pânico e dar o computador como perdido. Neste artigo, mostraremos um passo-a-passo completo indicando qual o melhor procedimento a tomar quando um vírus entra no computador.

Os vírus de computador são nada mais que programas maliciosos, que utilizam falhas de segurança do sistema operacional ou programas para realizar ações não autorizadas pelo usuário. Os tipos existentes são bastante diferentes entre si, e o grau de perigo que representam ao computador varia. Para facilitar a compreensão, vamos dividir os vírus em quatro categorias.
Vírus comum: É um pequeno pedaço de software que pega carona no código de outro programa, como um editor de texto. A cada vez que esse programa for executado, o código malicioso entrará em ação, com a chance de reproduzir sua ação para outros programas.
Vírus de email: A principal característica desse tipo é a capacidade de viajar anexados a mensagens de email aparentemente inofensivas. Costumam se reproduzir automaticamente, enviando mensagens automáticas para toda a lista de contatos do usuário. Alguns mais perigosos não precisam nem que o usuário execute algum programa, apenas ao abrir o email já ocorre a infecção.
Cavalos de tróia (Trojan): O nome desses programas tem origem na mitologia grega, no episódio que narra a queda da cidade de Tróia. Em geral são programas disfarçados, que prometem realizar uma função quando na verdade abrem uma porta de acesso para um hacker acessar os dados presentes no computador. Ao contrário dos vírus comuns e worms, eles não se reproduzem automaticamente, sendo necessária a interação entre usuários para espalhá-los.
Worms: Um worm é um tipo específico de vírus que tem como preferência se espalhar por redes de computador. Uma cópia do software faz uma análise da rede utilizada para detectar outras máquinas que possuam falhas de segurança para invadi-las, e a partir daí continuar seu processo de reprodução. Em geral, worms simplesmente servem como uma forma de gerar dor de cabeça, consumindo recursos como banda de internet ou memória do sistema.

Existem diversas formas de lidar com programas maliciosos presente no computador. Normalmente, o antivírus instalado exibe um alerta indicando a existência de um problema. Nos casos mais comuns, basta seguir as instruções do programa para proteger o sistema e eliminar qualquer arquivo ou processo que prejudique o funcionamento.
Infelizmente, é bastante comum o antivírus só detectar a ameaça quando ela já se espalhou e está fora de controle. Isso acontece nos casos em que o software malicioso é um tipo novo, para o qual ainda não existe uma vacina correta. Assim como no corpo humano, as infecções se propagam em velocidade maior quando não há nenhum tipo de anticorpo disponível. Mas calma, não é preciso se desesperar nesse tipo de situação. Seguindo os passos listados abaixo, é grande a chance de deixar o computador totalmente livre de qualquer vírus.
Utilizando a Restauração do Sistema do Windows
Utilizar a Restauração do Sistema pode ser uma boa alternativa quando o vírus causa algum tipo de dano permanente aos arquivos de sistema. É possível “voltar no tempo” até um ponto anterior à infecção, recuperando dados importantes e até mesmo eliminando a ação de alguns vírus.
Infelizmente, esse recurso nem sempre é útil, pois alguns softwares maliciosos conseguem desabilitar essa função do Windows, e até mesmo se fazer presente nos pontos de restauração criados pelo usuário. Caso você deseje, pode acessar o artigo “Como funciona a Restauração do Sistema” para uma descrição mais detalhada deste recurso.
Verifique quais programas iniciam junto com o Windows
É muito comum o vírus que invadiu a máquina configurar automaticamente a execução de algum arquivo próprio quando a máquina é executada. Assim como os demais programas do sistema, esse processo é exibido na lista dos processos abertos automaticamente quando o Windows é iniciado.
Impedir que determinados programas sejam executados é uma tarefa bastante simples, que pode poupar bastante dor de cabeça. Caso você detecte qualquer processo suspeito ou de origem incerta, pode desabilitar sua execução sem nenhuma culpa. O recomendado é que somente sejam iniciados junto do Windows o antivírus e aqueles programas que você realmente usa de forma constante. O artigo “Removendo programas que inicializam automaticamente com o Windows” dá informações detalhadas sobre como realizar esse processo.
Caso você não tenha certeza sobre a confiança de determinado processo, uma dica útil é pesquisar pelo seu nome em sites de busca. É muito fácil encontrar descrições detalhadas sobre o nome utilizado pelo arquivo executável de vários programas. Além disso, caso você perceba que realmente possui um vírus na máquina, pode acessar sites e fóruns em que outros usuários narram histórias e apresentam soluções.
Só lembre-se de tomar cuidado ao escolher qual fonte utilizar. Muitas pessoas mal intencionadas utilizam de histórias fictícias oferecendo soluções que na verdade vão contaminar ainda mais o computador.
Faça uma análise completa do computador
Um dos passos mais demorados, mas que também se apresenta como uma das soluções mais seguras. Simplesmente abra o software antivírus presente no sistema, certifique-se que a última atualização está instalada e faça uma varredura completa de todas as unidades de disco do computador.
A Microsoft disponibiliza um software totalmente gratuito chamado de Ferramenta de Remoção de Software Mal-Intencionado, que ajuda a remover alguns dos programas mal intencionados mais facilmente encontrados. Esta ferramenta é atualizada mensalmente, e é possível fazer seu download tanto pelo site da empresa quanto pela atualização automática do Windows. Como é totalmente gratuita e não entra em conflito com outros softwares antivírus, é uma boa opção sempre manter uma cópia atualizada no computador.
Vale lembrar que o programa só deve ser utilizado como uma forma de proteção emergencial, e não possui recursos suficientes que justifiquem sua utilização como um substituto a softwares antivírus. Portanto, não o mantenha como forma exclusiva de proteger o computador.
O processo de análise dos arquivos presentes no disco rígido pode demorar bastante, dependendo no número de documentos que você possuir, e é recomendado que o usuário não utilize nenhum outro programa simultaneamente. Após o término do processo, serão exibidos os arquivos infectados detectados, e o programa antivírus apresentará a opção de apagar estes documentos ou deixá-los em quarentena, caso a exclusão não seja possível.
Utilizando o modo de segurança do Windows
Muitas vezes o programa utilizado pelo usuário não será capaz de apagar o arquivo executável utilizado pelo vírus por restrições do próprio Windows, que impede a exclusão de processos que estão sendo executados atualmente. Uma alternativa para resolver esse problema é realizar a análise utilizando o modo de segurança do sistema.
Nesse modo, somente é permitida a execução de processos essenciais para o funcionamento do computador, o que pode barrar a ação de vírus que abrem automaticamente quando o Windows é iniciado. Para mais detalhes de como acionar o modo de segurança, acesse o artigo “Como Iniciar em Modo de Segurança”.
Computador iniciado em Modo de Segurança
Não é possível indicar qual o melhor software antivírus disponível no mercado, pois programas famosos como o Norton, Kapersky, Avast e AVG apresentam muitas similaridades entre si quando se trata de banco de dados e capacidade de proteção. Uma boa opção é testar cada um dos softwares antes de determinar qual o mais adequado para o uso que você pretende fazer. O artigo “Teste seu antivírus” dá dicas bastante úteis nesse sentindo, possibilitando uma escolha mais consciente do usuário.
O que fazer quando o vírus é colocado em quarentena?
Muitas vezes o antivírus utilizado não é capaz de apagar algum arquivo infectado, ou simplesmente opta por deixá-lo em quarentena. Caso isso aconteça, não é preciso se preocupar ou achar que o vírus ainda está infectando o computador e tentar eliminar os documentos infectados manualmente.
Assim como quando acontece uma doença em um ser humano, o processo de quarentena isola os processos contaminados, monitorando a evolução de seu comportamento durante certo tempo. É como quando alguém pega alguma doença desconhecida: não é possível iniciar o tratamento sem antes observar bem os sintomas apresentados, permitindo que os médicos decidam pela melhor forma de medicar o paciente.
Quando um arquivo é enviado para quarentena, o primeiro passo a tomar é verificar seu conteúdo, para determinar se simplesmente não é algum documento do qual o sistema não reconheceu a veracidade. Caso você conheça o material e saiba que ele é confiável, basta simplesmente aplicar a vacina presente no antivírus. Após essa operação, já é possível utilizar o arquivo tranquilamente.
Na situação de você encontrar arquivos desconhecidos, é preciso tomar algumas precauções extras. Muitos vírus têm origem em páginas da Internet, e utilizam extensões como  JS e SCR, representando um maior risco de propagação. O recomendado nestes casos é deixar o arquivo em quarentena e enviar o material à fabricante do antivírus utilizado para uma análise mais profunda. Depois disso, o mais recomendado é utilizar o software instalado no computador para apagar estes arquivos suspeitos.
Vírus detectados em computadores ligados por redes
Quando é detectado que um vírus está infectando diversos computadores ligados em rede, os passos que devem ser tomados são os mesmos. A única diferença é que é preciso verificar com atenção todas as máquinas infectadas, para ter a certeza de que o problema foi corrigido em todas elas. Não adianta nada limpar os vírus de somente um computador, se ele é constantemente infectado novamente pelos outros usuários da rede.
O passo mais fácil para descobrir se um computador é responsável por infectar outros é monitorar os picos de upload da rede. Caso alguma atividade anormal seja detectada, é bem provável que o vírus esteja utilizando esta máquina para infectar as demais. Monitorar a atividade de rede também permite detectar casos em que o vírus monta uma verdadeira rede zumbi entre os usuários infectados. Mais detalhes sobre isso podem ser encontrados neste artigo.
Utilizando ferramentas de proteção complementares
Antes de qualquer coisa, não saia correndo para baixar todos os softwares antivírus que encontrar pela frente. Ao contrário do que o senso comum possa dizer, mais programas não significam mais proteção, justamente o contrário. Colocar dois programas na mesma máquina causa uma situação em que são dois competidores lutando pelos mesmos recursos de proteção, o que causa uma série de conflitos de operação. O resultado final é que nenhum realiza o papel que deveria, deixando o computador totalmente desprotegido.
A solução para deixar os arquivos mais protegidos contra a invasão de softwares maliciosos é a instalação de programas anti-spyware. É preciso deixar bastante claro porque é necessário ter tanto um bom antivírus quanto um anti-spyware no mesmo computador.
Antivírus são responsáveis por eliminar programas que em sua maioria causam lentidão no sistema, impedindo o funcionamento correto de alguns programas. Além disso, é comum que estes programas destruam dados e arquivos importantes presentes no disco rígido. Já os anti- spywares capturam softwares espiões, que possuem a função de coletar informações do usuário, normalmente com a intenção de cometer práticas ilegais.
Devido a estas características próprias a cada tipo de programa é que é possível utilizá-los na mesma máquina sem nenhum problema de conflitos. É claro, existem softwares que realizam ambas as funções, mas é preciso desconfiar deles, pois quase sempre alguma das proteções prometidas não é tão eficiente quanto à de um programa dedicado exclusivamente a determinada função.
Quem está indeciso sobre qual anti-spyware utilizar pode conferir a seleção feita pelo Baixaki, indicando cinco dos programas mais acessados na categoria. Clique aqui para acessar.
Mantenha uma cópia do HijackThis instalada no computador
O número de pragas encontradas na internet é tão grande que existem programas maliciosos que nem os melhores antivírus e anti-spywares do mercado são capazes de solucionar. A maioria até detecta alguns destes problemas, mas são incapazes de providenciar uma alternativa que realmente proteja o computador do usuário.
Nestes casos, recomendamos a utilização do HijackThis, programa que faz uma varredura completa de tudo o que você possa imaginar. São analisados todos os arquivos, pastas e processos do computador, além do registro de sistema e integridade dos controles ActiveX instalados.
O software atua principalmente na remoção de barras de tarefas estranhas e addons não autorizados instalados no navegador de internet. O grande mérito que possui é solucionar a maioria dos problemas que detecta, além da possibilidade de criar um relatório completo sobre tudo que foi analisado. Através dos dados obtidos, uma pessoa que possua um bom conhecimento sobre computadores pode detectar e eliminar facilmente qualquer programa malicioso que esteja atuando.
O Baixaki dispõe de um passo-a-passo completo, com todas as instruções necessárias para utilizar o HijackThis corretamente. Clique aqui para acessar.

Caso você tenha seguido todos os passos listados acima, e nenhum resolveu o problema, a solução mais fácil é simplesmente formatar o computador, reinstalar todos os programas e configurar novamente as preferências de cada usuário. Com uma instalação nova, está garantida a segurança do sistema, já que todos os códigos maliciosos presentes no computador terão sido eliminados. O artigo “Como formatar o Windows” dá instruções completas sobre como formatar o computador com segurança.
Caso você opte por essa solução, lembre-se sempre de fazer backup dos arquivos pessoais que deseja manter, verificando-os antes para ter a certeza de que nenhum deles é hospedeiro do vírus que infectou o computador. Assim que reinstalar o sistema operacional, a primeira coisa a fazer é baixar todas as atualizações disponíveis e instalar softwares de antivírus e anti-spyware. Somente após estes procedimentos é que você deve voltar a utilizar o computador normalmente.
Vale mencionar que alguns usuários até preferem utilizar essa opção como a primeira alternativa quando um vírus é detectado. Isso porque o processo de formatar e reinstalar o sistema operacional muitas vezes é mais rápido do que esperar que o antivírus termine a varredura do sistema e solucione o problema.

Como já diz o ditado popular, é muito melhor prevenir do que remediar. Algumas atitudes bastante simples podem ser tomadas durante o uso cotidiano do computador para evitar que vírus tomem posse de seu sistema. Seguindo os passos abaixo, dificilmente algum vírus causará grandes dores de cabeça.
Mantenha os programas de proteção atualizados
Computadores desatualizados correm mais risco de contrair infecções e sofrer invasões do que aqueles que possuem as versões mais recentes dos programas responsáveis pela proteção da máquina. Com o surgimento de cada vez mais pragas, os softwares também não ficam atrás e constantemente estão fortalecendo sua base de dados e gerando vacinas contra ameaças. Portanto, um antivírus atualizado terá mais capacidade de combater invasores.
Utilize uma máquina virtual e evite programas desconhecidos
Máquinas virtuais emulam sistemas operacionais dentro de um computador real. Por exemplo, é possível utilizá-las para utilizar o Windows XP em um computador com o Windows Vista instalado. Elas estão sujeitas às mesmas ameaças que o sistema principal, mas é bastante improvável que um vírus adquirido durante sua utilização passe para o sistema principal. Como é muito mais prático formatar uma máquina virtual do que o sistema principal, elas se apresentam como uma boa alternativa de proteção aos dados do computador.
Sempre desconfie de sites que oferecem soluções imediatas para todos os problemas do computador, bastando para isso o download de um programa. Normalmente estes arquivos são vírus ou trojans disfarçados, e só servem para roubar dados do usuário e danificar os dados presentes no disco rígido.
Desconfie de mensagens e emails suspeitos
Essa prática é bastante comum em redes sociais, e a maioria das pessoas já está acostumada a receber spams, mas não custa nada reforçar a ideia. Sempre desconfie de qualquer mensagem que envolva contas bancárias, prêmios fabulosos ou informações pessoais. A maioria delas simplesmente são tentativas de enganar o usuário, forçando-o a instalar programas maliciosos no computador.
Portanto, além de não confiar em conteúdo enviado por desconhecidos, também desconfie de mensagens estranhas enviadas por quem você conhece. Muitas vezes estas pessoas estão infectadas, e o vírus simplesmente enviou uma mensagem automática para todos os contatos dela.
Verifique o endereço do site que você está acessando
Uma situação cada vez mais comum é a construção de páginas idênticas às de grandes sites da internet, que acabam escondendo links para vírus ou que sustentam atividades criminosas. É muito comum ouvir histórias de pessoas que acreditavam estar acessando o site de um banco pessoal só para descobrir que os dados inseridos foram roubados. Até mesmo o Baixaki já foi vítima dessa prática, com páginas idênticas às oficiais, cujos links baixavam vírus e trojans.
Portanto, sempre desconfie de endereços semelhantes, mas que utilizam domínios diferentes. Preste atenção se o site que você está acessando não está hospedado em locais suspeitos, como “.cjb.net”, “.blogspot.com” e até domínios mais confiáveis como “.net” e “.org”.  Para uma maior segurança, caso desconfie de um determinado endereço, procure o nome do site que deseja acessar em um site de buscas qualquer. Normalmente o primeiro resultado apresentado será o oficial.
Procure estar sempre informado sobre novas ameaças
Na era da internet, é cada vez mais verdadeira a frase: informação é poder. Quanto mais ligado você estiver nas notícias sobre ameaças virtuais, mais fácil será proteger o computador. Acima de tudo, não tenha medo de assumir que não sabe de alguma coisa e parta para a pesquisa. É melhor perder alguns minutos certificando-se que algum site ou mensagem é confiável do que perder horas tentando eliminar algum vírus ou formatando o sistema operacional.

Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/2581-seguranca-o-que-fazer-quando-o-computador-foi-infectado-por-um-virus-.htm#ixzz1Lg9c27ri

14 abril, 2011

7 Coisas que você não sabia sobre vírus

Confira as nossas dicas para conhecer um pouco mais sobre os arquivos maliciosos e saiba também que nem sempre basta possuir um antivírus atualizado e um firewall poderoso para estar completamente livre de ameaças.

1)Infecções não acontecem só com os outros

Não é difícil encontrar quem ache que as pragas virtuais só atingem os computadores dos amigos. Infelizmente isso é não é verdade, pois, como sabemos, todas as máquinas estão igualmente sujeitas a invasões ou contaminações. Por isso, é necessário que exista uma conscientização por parte dos usuários em relação às formas de utilização. Pode-se dizer até que alguns dogmas devem ser deixados de lado.

2) Mac e Linux também possuem vírus

Se você não utiliza o sistema operacional Windows, pode ficar um pouco mais tranquilo, mas isso não significa que descuidar completamente dos perigos existentes na internet é uma boa ideia. Dizer que o Mac OS X é invulnerável deixou de ser verdade há alguns anos. O mesmo se aplica às diversas distribuições do Linux, que podem ser muito estáveis, mas não são indestrutíveis.

Estima-se que aproximadamente 99% de todos os códigos maliciosos encontrados na internet foram criados para atingir o sistema operacional da Microsoft. O principal motivo para isso é a parcela de mercado ocupada pelo software (mais de 90% em todo o mundo), o que incentiva os crackers a encontrarem formas de burlá-lo.

Macs também são vulneráveis

É preciso lembrar que usuários maliciosos são movidos por seus egos. Quanto mais visível estiver o trabalho deles, mais satisfeitos ficam. Por isso há menos “glamour” em criar vírus ou outros malwares para os sistemas Mac e Linux. Com a crescente popularização destes, os perigos aumentam na mesma proporção.

Vulnerabilidades variam em cada SO

Como todos os sistemas operacionais são criados com suas próprias linhas de comando e outras peculiaridades, suas falhas também são únicas e não são repetidas em outros programas. Sabendo disso, ficam claros os motivos para que os vírus criados para Windows não sejam ameaças para outros sistemas operacionais.

3) Malwares vivem em ecossistemas

Pode parecer que os vírus são apenas arquivos sendo executados isoladamente, mas a verdade é outra. Vírus, trojans, worms e outros malwares trabalham de maneira complementar nos computadores. Por exemplo: um trojan armazenado em uma máquina pode ser ativado para que uma porta seja aberta. Assim, outras pragas podem entrar ou um cracker pode assumir o controle.

Outro tipo de invasão que ocorre com frequência pode ser exemplificada da seguinte maneira: arquivos maliciosos desativam apenas setores de firewalls, assim os computadores não emitem alertas de desativação da proteção residente e os crackers podem infectar os discos rígidos com mais vírus.

Eles vêm de muitos lugares

Já não é mais possível pensar que os vírus só são encontrados em páginas de conteúdo adulto ou ilegal, pois eles estão em todos os lugares. Hoje, um dos maiores disseminadores de pragas virtuais são os pendrives. Em faculdades, escolas ou empresas, pendrives são "espetados" em máquinas infectadas e assim começa uma "epidemia".

Infecções por pendrives

Não podemos nos esquecer dos emails contaminados, frutos de contas invadidas ou listas de contatos perdidas. Com eles são repassados milhões de arquivos ou links infectados, todos os dias. Ressaltamos: é extremamente importante tomar cuidado com todos os tipos de mensagens abertas e mídias inseridas nos computadores.

4) Computadores podem ser zumbis

Pois é, você não leu errado. Há um tipo de praga virtual conhecido como botnet, que transforma os computadores infectados em computadores zumbis. Essas máquinas podem ser controladas remotamente por crackers que desejam retransmitir informações para servidores remotos ou para despistar possíveis rastreios em casos de invasão de computadores ou sistemas.

5) Phishing é a nova ameaça

Depois do famoso vírus “I Love You”, surgiu uma enorme gama de novos malwares que também traziam nomes atraentes, o que estimulava os usuários a clicarem em emails contaminados. Hoje os arquivos maliciosos vivem um período semelhante, mas a onda do momento é a prática do Phishing.

Fonte da imagem: Symantec

É necessário tomar muito cuidado, pois esses arquivos maliciosos são distribuídos disfarçados, geralmente com um design muito parecido com o original. É muito comum que usuários mal-informados acabem clicando sobre os links que redirecionam para endereços infecciosos. Lembre-se sempre de que bancos jamais enviam emails com links para alteração de cadastro ou informações parecidas.

6) Não é recomendado possuir mais de um antivírus

Pode parecer que utilizar dois softwares de proteção contra vírus é uma ótima ideia, mas a verdade é justamente o oposto. Em vez de duplicar a proteção, há dois problemas muito grandes que são originados com essa prática. O primeiro deles é a possibilidade do surgimento de conflitos entre os aplicativos, resultando em brechas no sistema.

O outro é menos prejudicial para os sistemas operacionais, mas também pode incomodar bastante. Devido ao grande volume de informações sendo computadas, há uma sobrecarga da memória RAM e também do processador, o que pode originar lentidão nas máquinas e até mesmo alguns travamentos, dependendo do caso.

Há como verificar arquivos online

Você já teve a sensação de estar com o computador infectado? Depois de varrer todo o computador, o seu antivírus disse que não há problemas e mesmo assim você ainda teme pela segurança da máquina? Então está na hora de conhecer algumas ferramentas online que garantem uma segunda opinião para seu sistema.

Análises online

Com softwares de varredura online, é possível realizar uma verificação completa em seu computador, incluindo discos removíveis. Mas se a sua vontade é saber sobre algum determinado arquivo, a melhor escolha é o VirusTotal. Essa ferramenta (utilizada pelos analistas do Baixaki) verifica arquivos de até 100 MB com todos os principais antivírus da atualidade.

Atualizações são úteis

Você sabe para que servem as atualizações? É muito simples: quando um programa é desenvolvido, ele é criado com as aplicações de segurança necessárias para que os usuários sejam protegidos. O problema é que surgem novos arquivos maliciosos e então é necessário que as desenvolvedoras criem melhorias em seus sistemas: são as atualizações.

Isso não vale apenas para os antivírus, mas também para outros programas, principalmente aqueles que possuem conexão com a internet. Atualizando os aplicativos, você está evitando que várias brechas de segurança fiquem expostas em seu computador.

7) O melhor antivírus é você

Isso não deve ser novidade, afinal de contas, todas as dicas que demos neste artigo são relacionadas a cuidados na utilização. Mesmo assim, vamos ressaltar alguns pontos muito importantes. De nada adianta possuir antivírus poderosos se o usuário não os atualiza sempre que preciso. Também não adianta um firewall se não há cuidados com cliques.

Todo cuidado é pouco

Não é exagero dizer que nós somos os únicos antivírus realmente confiáveis que existem. Lembre-se sempre de seguir os passos de segurança para que você possa navegar tranquilamente pela internet. Mantenha sempre seus aplicativos atualizados e tome cuidado com o que visita. Sendo consciente, é muito difícil ser infectado (clique aqui para conhecer os piores hábitos que podemos ter na web).

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Você já conhecia essas informações que o Tecmundo trouxe neste artigo? Aproveite o seu espaço de comentários para dizer o que pensa a respeito desse mundo dos vírus e de outras pragas virtuais. Leia também este artigo para saber a importância dos hackers no mundo tecnológico.

08 abril, 2011

Segurança: 5 dicas para você não ser vítima de golpes por emai

Links anexos, arquivos que devem ser baixados e outra miríade de artifícios fazem parte do arsenal de cibercriminosos.

A técnica de tentar infectar uma máquina com base em emails contendo arquivos anexos ou tentando se passar por outra pessoa é quase milenar. Ainda assim, e possivelmente por força de sua permanência no meio digital, essas técnicas foram refinadas e passam a representar um perigo maior do que o de anos passados.

Veja quais são as dicas:

Ceticismo é bom
Tenha sempre prontas as perguntas: de quem veio esse email? “Casos seja alguém desconhecido, as chances de ser uma mensagem absolutamente inútil/maléfica são grandes”, adverte Hansen. Sempre vale a pena investigar o domínio de envio do email no Google antes de prosseguir na abertura da mensagem. O domínio é toda a parte que fica do lado direito da @. Exemplo: atendimento@dominio22997765.com.br

“Sei que somos, todos nós, pessoas bastante ocupadas, mas não custa prestar atenção na hora de verificar seus emails”, completa.

Com anexos, todo cuidado é pouco
“Se, ao abrir um email, você for orientado a fazer o download de arquivos – sejam estes de qual natureza forem – não o faça”, adverte Hansen. Para ele, na melhor das hipóteses, o usuário receberá uma dúzia de mensagens irrelevantes, poucas horas depois de abrir os anexos. “Já na pior”, continua Hansen, “você estará abrindo o seu computador para um hacker”.

Não interessa se a mensagem for enviada por alguém desconhecido ou alguém que você conheça bem – confirmar com a pessoa o envio, antes de abrir, o anexo, é fundamental.

Ignore instruções – sejam estas quais forem
“Cada vez que uma mensagem instrui um usuário a realizar uma ação, vale a pena dobrar o cuidado com essa mensagem”, diz Hansen. Para o consultor, se uma coisa parece boa demais para ser verdade, é mentira.

“Normalmente, o criminoso apela para uma tática baseada em dois princípios: recompensa ou autoridade”, diz.

Nos golpes em que o hacker tenta se passar por uma autoridade, ele irá tentar persuadir o usuário a tomar alguma medida em nome de um órgão ou departamento de Estado ou da própria empresa. A mensagem pode dizer que seu computador está infectado, e que você deve clicar imediatamente em um link para executar a desinfecção automática do computador. Em outra modalidade, na mesma linha, a mensagem diz ser do RH e pede que você complete um formulário online. Existem, ainda, os casos em que quem envia a mensagem afirma ser de seu banco e que sua conta corrente fora invadida, em seguida irá pedir para o usuário confirmar seus dados, incluindo a senha.

Nos casos em que são oferecidas recompensas, existe uma miríade de golpes. Desde prêmios em dinheiro, a iPads – todas vão requerer que o usuário complete algum formulário obscuro.

“Não dê atenção a essas tentativas”, adverte Hansen.

Verifique o link
Para onde aponta o link da mensagem? “Quase todas as mensagens malintencionadas apresentam um link em que o usuário é persuadido a clicar”, diz Hansen. Apesar de teoricamente esse link apontar para sua conta no Facebook ou sua conta bancária, o destino desse atalho pode ser bem menos relevante que isso.

A maneira mais fácil de descobrir a autenticidade do atalho é encostar com o mouse em cima do link e observar, no rodapé da janela de navegação ou do cliente de email, para onde esse link realmente aponta.

Possivelmente, o atalho exibido mostre um número IP, como 192.168.1.1 – já é um bom indicativo de que você não vai gostar do que se esconde atrás desse atalho.

Ainda: com a popularização de encurtadores de URL como o bit.ly, ficou quase impossível descobrir o real destino do link na mensagem. Existe, porém, uma maneira de verificar o destino do atalho: Copie o link encurtado, que deverá se parecer com bit.ly/ju897897hyt e cole-o na barra de endereços do navegador, adicionando um sinal de adição ao seu final. O resultado final será bit.ly/ju897897hyt+. Ao pressionar enter depois de inserir esse atalho, o usuário é levado até a página do encurtador, onde poderá verificar o destino do link, sem correr qualquer risco. Nessa página, também verá quantas vezes o link foi clicado desde sua criação. Saiba que se for, de fato, um atalho para uma página de banco ou sua página do Facebook, o número de cliques deverá ser zero.

Lembre-se do telefone
Faz tempo que não usa seu telefone para sua finalidade original, não faz? Bem, para muitos de nós, esse método arcaico de comunicação remete aos tempos da inquisição. Mesmo assim, tem sua utilidade nos dias de hoje.

Hansen sugere: “se você desconfia da autenticidade da mensagem e, ainda assim, ela urge que você tome uma atitude, passe a mão no telefone e ligue para a pessoa que – em tese – lhe enviou essa mensagem. Sim, se preferir pode mandar uma mensagem texto pelo telefone”.


FONTE IDGNOW

27 fevereiro, 2011

O que um antivírus precisa ter para ser eficiente?


Com os computadores conectados à internet quase 100% do tempo, fica cada vez mais evidente a necessidade da utilização de um bom programa antivírus. A todo instante são lançados novos softwares maliciosos na rede mundial, todos sedentos para encontrar uma máquina desprotegida para começar a infecção.

Devido a essa instantaneidade nos acontecimentos e à crescente variação nos arquivos infecciosos, os antivírus devem ser mais completos e estáveis, visando proteger os computadores dos usuários e destruir qualquer forma de vírus, trojan ou qualquer outro malware que tente se alocar nos discos locais.

Mas quais são os pontos que o usuário deve analisar na hora de escolher um antivírus? A resposta é um pouco extensa, mas o portal Baixaki separou onze pontos-chave para que os usuários fiquem mais tranquilos com seus programas.

Proteção residente

Identificação de vários malwares

Existe uma gama enorme de softwares especializados em cada um dos tipos diferentes de malwares e que procuram apenas trojans, só spywares ou keyloggers. Hoje, um bom antivírus não deve ser limitado a apenas um desses tipos de arquivos maliciosos, mas deve buscar e exterminar qualquer tipo de vírus.

Proteção em tempo real

Por muito tempo, os antivírus faziam buscas por problemas no disco rígido apenas quando o usuário ordenava que a ação fosse realizada. Isso é coisa do passado, pois com os computadores online o tempo todo, antivírus que não possuem proteção em tempo real (verificação constante de todos os dados trocados entre máquina e servidores) devem ficar longe dos computadores.

Opções de varredura

Nem sempre o usuário dispõe de tempo para fazer uma verificação completa em todo o disco rígido. Ou então às vezes é necessário que sejam escolhidos apenas alguns arquivos ou pastas. Antivírus devem poder ser configurados para que realizem varreduras rápidas ou profundas, disponibilizando também opções de locais para escaneamento.

Pragas disseminadas

Agendamento

A possibilidade de marcar verificações automáticas também é um ótimo diferencial que alguns antivírus oferecem aos seus clientes. Alguns permitem que sejam marcadas varreduras periódicas, que podem ser mensais, semanais, diárias ou em qualquer outra frequência escolhida pelos usuários.

Desligamento automático

Aclamada pelos usuários que não dispõem de tempo hábil para verificações durante o funcionamento do computador, esta função permite que a máquina seja desligada automaticamente após o fim das verificações. Desse modo o usuário ordena as varreduras apenas no tempo ocioso do computador, sem que isso atrapalhe suas atividades.

Verificação de mídias removíveis

Um dos maiores disseminadores de pragas virtuais é o pendrive. Os usuários conectam o dispositivo de memória em um computador infectado e logo todos os outros já estão contaminados também. Antivírus com verificação automática de mídias removíveis podem contribuir bastante para evitar esse tipo de infecção.

Verificação de pendrives

Proteção em emails

Outra fonte de infecção que incomoda bastante é o correio eletrônico. Os melhores softwares de proteção contra vírus devem ser integrados aos serviços e softwares gerenciadores de email para evitar que os usuários sejam contaminados com vírus anexados às mensagens recebidas.

Criar disco de boot

Há alguns tipos de arquivos maliciosos que desativam os arquivos de inicialização dos antivírus, ou mesmo do próprio sistema operacional. Antivírus que permitam a criação de discos de boot podem ser muito úteis para os usuários conseguirem realizar verificações antes mesmo de o sistema operacional ser inicializado.

Pouco uso de memória

Muitos usuários reclamam que os antivírus pesam muito nos computadores enquanto as varreduras estão sendo realizadas, o que impede que outras atividades sejam executadas durante esse período. Programas de proteção leves, que rodem em segundo plano, podem resolver esse problema e agradar bastante aos usuários que não são incomodados pelo peso da verificação.

Varreduras simultâneas

Em alguns momentos os usuários precisam fazer verificações rápidas de um disco removível ou mesmo de uma pasta independente no sistema, ao mesmo tempo em que estão sendo feitas varreduras completas do computador. Antivírus que permitem essas varreduras simultâneas ganham pontos, por evitarem a necessidade de que a verificação principal seja interrompida pelo usuário.

Varreduras simultâneas

Atualizações frequentes do banco de dados

O banco de dados de um antivírus contém todas as informações referentes aos vírus e outros arquivos maliciosos que podem danificar o sistema. Como em todos os dias são lançadas novas pragas, o antivírus deve estar sendo constantemente atualizado para evitar que os computadores sejam infectados por arquivos maliciosos novos.

Anti-rootkit

Rootkits são os malwares que utilizam técnicas de programação para se camuflarem dos softwares de segurança. Não são todos os antivírus que fazem verificações profundas a ponto de encontrar esses arquivos maliciosos, portanto os que possuem essa característica ganham muitos pontos e conquistam muitos usuários.

Cuidado com falsos-positivos

Alguns antivírus reconhecem arquivos comuns de instalação como se fossem arquivos maliciosos. Caso desconfie dos resultados obtidos com alguma verificação, o portal Baixaki recomenda que o arquivo seja enviado ao site Vírus Total, assim ele será verificado pelos principais antivírus do mercado, notificando se o arquivo é mesmo um malware, ou se é um falso-positivo.

Verificações constantes

Conclusão

É importante ressaltar a importância do uso de um bom software antivírus para qualquer perfil de usuário, seja um usuário comum ou um gamer, por exemplo. São os antivírus que garantem a proteção e o bom funcionamento dos computadores, pois sem arquivos maliciosos os sistemas ficam mais estáveis e, por consequência, mais rápidos.

Por isso mantenha sempre um bom antivírus instalado em seu computador, mas lembre-se de que não adianta apenas deixá-lo instalado. Devem ser realizadas atualizações diárias na base de dados e também devem ser programadas verificações completas com frequência para garantir a segurança do computador.

Importante lembrar que mais de um antivírus instalado no computador pode gerar conflitos e anulações de funcionalidades, o que ocasiona instabilidade e problemas de segurança, além disso, é recomendado possuir também um firewall eficiente alocado no sistema.


26 fevereiro, 2011

o que é um vírus e como ele ataca?

Um vírus de computador é um programa que pode copiar a si mesmo e mover- se para um computador diferente. Como uma doença humana, eles podem gerar diferentes sintomas – e tocar o terror: o PC pode começar a apagar, alterar arquivos ou mesmo enviar emails infectados para todos os contatos de seu livro de endereços. O termo “vírus” é, por vezes, usado para descrever malware – software do mal – e outras ameaças à segurança, como o spyware, mas, na verdade, refere-se apenas a um código capaz de se reproduzir.

fonte http://www.winajuda.com/artigos/o-guia-definitivo-sobre-antivirus-para-windows.html

22 setembro, 2010

Cuidado: você pode acordar e perceber que tem um hacker ao seu lado

Seu PC pode ter um programa espião instalado

Não se assuste! Esta também é a função mais desafiante e empolgante que existe dentro de uma empresa. Mas vamos conhecer alguns desafios relacionados à segurança da informação:

Eu sei o que você faz no seu computador
Em algum momento de sua vida, você pode acordar e perceber que tem um hacker convivendo com você. Pode ser a sua namorada, o seu marido, seus filhos, uma amante, a sua irmã, um colega de trabalho ou até mesmo o seu chefe. A curiosidade, o ciúme ou a falta de confiança despertou o instinto hacker dessas pessoas.

Esse instinto pode ter provocado a instalação de um programa espião no seu computador: pessoal ou corporativo. O programa espião pode monitorar os seus e-mails, as páginas e arquivos acessados, as mensagens trocadas através do Messenger ou capturar a sua senha do Orkut ou Facebook, entre outras coisas.

Então, você perceberá que deveria começar a fazer as coisas de forma diferente, o que significa deixar de conversar ou paquerar através do Messenger no ambiente de trabalho, anotar as suas senhas, não compartilhar o seu computador com outras pessoas (alguém pode instalar um programa espião no seu computador), não clicar em links suspeitos (por exemplo, “você recebeu uma intimação. Clique aqui!”) ou acessar páginas pornográficas que solicitam a instalação de algum tipo de programa.

É por isso que a área de segurança da informação evolui tão bem no Brasil. Essa estratégia do programa espião é capaz de conciliar as diferentes psicologias de uma série de pessoas, desde aquelas que têm ciúmes até aquelas pessoas que querem saber o que você está fazendo no seu computador corporativo.

Pode funcionar para um pai que quer monitorar os filhos na internet, para uma esposa que não confia no marido ou para um chefe que desconfia do seu funcionário. A soma das diferentes psicologias ajuda a indústria de segurança da informação a adotar medidas cada vez mais eficientes e também no desenvolvimento, no Brasil, da carreira do analista de segurança da informação.

fonte :http://idgnow.uol.com.br


28 agosto, 2010

Seu pendrive pode ter vírus e você nem imagina

Há alguns anos os vírus de computador têm feito centenas de vítimas. O surgimento de novos dispositivos no mercado só fez aumentar a variedade de pragas que podem, de alguma forma, prejudicar o desempenho das máquinas ou trazer algumas dores de cabeça para os usuários.

Infelizmente hoje em dia é raro encontrar pessoas que nunca tiveram dores de cabeça por causa das ameaças encontradas na internet. Com a popularização dos pendrives, logo surgiram vírus específicos para esses dispositivos, os quais eram passados para as máquinas sem que o usuário se percebesse.

Embora os antivírus tenham feito adaptações em seus bancos de dados e alterado a forma com a qual os pendrives são verificados, ainda é grande o número de dispositivos infectados

fonte baixaki

O que um antivírus precisa ter para ser eficiente? Confira quais são as principais funcionalidades que um antivírus deve possuir para ser considerado

Com os computadores conectados à internet quase 100% do tempo, fica cada vez mais evidente a necessidade da utilização de um bom programa antivírus. A todo instante são lançados novos softwares maliciosos na rede mundial, todos sedentos para encontrar uma máquina desprotegida para começar a infecção.

Devido a essa instantaneidade nos acontecimentos e à crescente variação nos arquivos infecciosos, os antivírus devem ser mais completos e estáveis, visando proteger os computadores dos usuários e destruir qualquer forma de vírus, trojan ou qualquer outro malware que tente se alocar nos discos locais.

Identificação de vários malwares

Existe uma gama enorme de softwares especializados em cada um dos tipos diferentes de malwares e que procuram apenas trojans, só spywares ou keyloggers. Hoje, um bom antivírus não deve ser limitado a apenas um desses tipos de arquivos maliciosos, mas deve buscar e exterminar qualquer tipo de vírus.

Proteção em tempo real

Por muito tempo, os antivírus faziam buscas por problemas no disco rígido apenas quando o usuário ordenava que a ação fosse realizada. Isso é coisa do passado, pois com os computadores online o tempo todo, antivírus que não possuem proteção em tempo real (verificação constante de todos os dados trocados entre máquina e servidores) devem ficar longe dos computadores.

Verificação de mídias removíveis

Um dos maiores disseminadores de pragas virtuais é o pendrive. Os usuários conectam o dispositivo de memória em um computador infectado e logo todos os outros já estão contaminados também. Antivírus com verificação automática de mídias removíveis podem contribuir bastante para evitar esse tipo de infecção.

Atualizações frequentes do banco de dados

O banco de dados de um antivírus contém todas as informações referentes aos vírus e outros arquivos maliciosos que podem danificar o sistema. Como em todos os dias são lançadas novas pragas, o antivírus deve estar sendo constantemente atualizado para evitar que os computadores sejam infectados por arquivos maliciosos novos.

Conclusão

É importante ressaltar a importância do uso de um bom software antivírus para qualquer perfil de usuário, seja um usuário comum ou um gamer, por exemplo. São os antivírus que garantem a proteção e o bom funcionamento dos computadores, pois sem arquivos maliciosos os sistemas ficam mais estáveis e, por consequência, mais rápidos.

Por isso mantenha sempre um bom antivírus instalado em seu computador, mas lembre-se de que não adianta apenas deixá-lo instalado. Devem ser realizadas atualizações diárias na base de dados e também devem ser programadas verificações completas com frequência para garantir a segurança do computador.

Importante lembrar que mais de um antivírus instalado no computador pode gerar conflitos e anulações de funcionalidades, o que ocasiona instabilidade e problemas de segurança, além disso, é recomendado possuir também um firewall eficiente alocado no sistema.

fonte:baixaki http://www.baixaki.com.br/info/3663-o-que-um-antivirus-precisa-ter-para-ser-eficiente-.htm

17 dezembro, 2009

Cuidado com os golpes virtuais no final do ano

Cuidado com os golpes virtuais no final do ano

Época de Natal e Ano Novo é um prato cheio para os golpistas que inundam a web com diversos tipos de golpes. Fique esperto para não cair em nenhum deles.

“Papai Noel quer ser seu amigo no Orkut. Clique aqui para conhecer o seu perfil”. Você pode até acreditar em Papai Noel, no coelhinho da Páscoa ou em duendes. Mas se você receber uma mensagem como essa no seu email e clicar no link sugerido tenha certeza que seu computador está correndo sério risco de ser alvo de ataque dos golpistas virtuais.

Nessa época do ano, proliferam na rede inúmeras mensagens de confraternização. Cartões de Natal, mensagens de boas festas e solicitações de regularização de documentação antes que o ano acabe são apenas algumas das armadilhas utilizadas por pessoas mal intencionadas para instalar vírus, cavalos de tróia ou mesmo roubar dados pessoais e senhas de suas transações online.

Pensando na sua proteção, o portal Baixaki preparou um especial apontando as principais ameaças que você está sujeito a receber neste período e, o mais importante, o que fazer para se livrar delas de uma vez por todas não só agora, mas durante todo o ano de 2010.

Um Feliz Natal, mas só para o golpista!

Quando surgiram na web, os cartões virtuais conquistaram o público por ser uma maneira divertida e elegante de confraternização com a família e com os amigos. No entanto, com o tempo, eles se tornaram uma das maiores armas nas mãos dos golpistas, justamente pelo fator curiosidade.

Receber uma mensagem de alguém que você não conhece dizendo ser seu admirador secreto faz bem para o ego de qualquer um. Mas a menos que você não queira ter dores de cabeça é melhor deletar a mensagem se você não conhece o remetente. Outra dica é passar o mouse sobre o link sugerido.

Email falso utilizando o nome da Receita Federal. Fuja dele!

Logo abaixo, na barra de tarefas, é exibido o real destino do link. Tome muito cuidado caso ele tenha um endereço suspeito, com extensões .EXE ou .DLL no final. Na dúvida não facilite, apague a mensagem.

Pishing beneficente

Outra tradição em períodos festivos são os pedidos de doação e campanhas para arrecadação de fundos promovidas por entidades beneficentes. É pouco provável que qualquer uma delas adote a prática de enviar um email para uma lista de usuários pedindo doações. Mas esse é um golpe mais comum do que se imagina.

Caso você receba um email como esse e tenha alguma dúvida, não clique em link algum e nem tampouco efetue qualquer tipo de depósito em conta bancária. A melhor maneira de fazer uma doação, nesse caso, é entrar em contato direto com a instituição que deseja ajudar, buscando sempre acessar a página oficial da entidade. Dessa forma além de se proteger você fará o bem para pessoas que realmente necessitam.

Confirmação de pedidos de compra que você nunca fez

Final de ano é época de comprar presentes para os amigos e familiares, colocar as contas em dia e comprar aquele produto que você tanto esperou o ano inteiro. Pensando nisso muitos golpistas se antecipam e enviam supostas faturas ou notas fiscais de compra via email, vinculando um link malicioso ao nome de uma loja famosa.

Preocupado em ter que pagar pelo que não comprou muitas vezes o usuário clica no link para obter mais informações e é justamente aí que mora o perigo. A regra aqui é a mesma dos itens anteriores: se você não fez compra alguma na referida loja, ignore completamente o email. As grandes lojas não têm por hábito enviar notas fiscais ou boletos bancários via email, nem mesmo com solicitação dos usuários.

Medicamentos sem receita abaixo do preço? Golpe!

Papai Noel quer ser seu amigo no Orkut

Em primeiro lugar não, o Papai Noel não quer ser amigo no Orkut. Porém, no dia que ele realmente quiser estar na sua lista de amigos, aprove o pedido de amizade com perfil dele dentro da rede social. Evite, sempre que possível, clicar em links sugerindo ações diretas em qualquer uma das redes sociais.

A melhor saída é acessar o site diretamente e, somente lá dentro, efetuar qualquer ação relacionada à rede social. Vale para Orkut, Facebook, Twitter, Digg, Dihitt ou qualquer outro serviço que você porventura utilize. Nem é preciso ressaltar que caso você não possua uma conta na referida rede deve deletar sem dó nem piedade o email.

Scripts para arrasar sua colheita

Se você utiliza aplicativos como Colheita Feliz, do Orkut, ou Farmville, do Facebook, também deve ficar atento a scripts maliciosos que, supostamente, prometem uma série de vantagens para o usuário, como moedas infinitas e benefícios exclusivos no jogo.

Os golpistas sugerem que você deve copiar e colar um código no seu navegador e, em troca, alguma coisa de muito legal irá acontecer. Isso não é verdade. Com um script como esse ativado você pode ter as suas senhas roubadas e o seu perfil invadido com muita facilidade. Por isso, se você quer que a sua fazenda realmente fique protegida, é melhor evitar atalhos como esse.

Se você não fez essa compra fique tranquilo e delete o email na hora.

Jóias, relógios e medicamentos quase de graça

“Quando a esmola é demais, o santo desconfia”, já dizia o velho ditado. Você já deve ter recebido algum email com uma proposta irrecusável para comprar “réplicas originais” de jóias e relógios das marcas mais conhecidas (e caras) mundo afora. Na mesma esteira podem ser incluídos os emails que vendem remédios para impotência sexual.

Não se engane com propostas como essas. Alguns dos emails chegam a sugerir para o usuário que ele não clique, mas digite na barra de endereços uma determinada URL. Muitas vezes o endereço pode acabar redirecionando você para outra página, fazendo com que ameaças e vírus sejam copiados para o seu computador.

Regularização de documentos

Entrar o ano novo com todas as pendências sanadas e a documentação em dia é uma preocupação de muitas pessoas. Pensando nisso os bandidos virtuais criaram o golpe da regularização de CPF, com uma variação para o Título de Eleitor em períodos de eleição.

O texto enviado por email informa uma pendência no CPF e pede que o usuário clique em um link para resolver o problema. Fuja sem pensar duas vezes. A Receita Federal não envia nenhum tipo de email para os usuários para informar sobre situação cadastral. Mesmo que você tenha algum problema relacionado ao seu cadastro não será por meio de correio eletrônico que ele será resolvido.

Outras variações deste golpe incluem o nome de entidades como a Polícia Federal ou o Mistério do Trabalho. A ação é similar. Na dúvida, nunca clique ou responda emails como esse. Entre em contato direto com a instituição em questão via telefone ou pessoalmente.

Alteração de senhas em contas bancárias

Talvez este seja o golpe que oferece mais perigo direto para o usuário já que mexe diretamente com seu bolso. Nele os golpistas enviam um email solicitando o cadastro de uma nova senha para utilização dos serviços bancários. Ao clicar no link o internauta é direcionado para uma página em que é pedida a senha atual.

Digitar essa informação em sites como esses é o mesmo que entregar em mãos para um bandido um talão de cheques em branco. A regra é aqui é única: nunca faça qualquer tipo de transação bancária por email ou através de links suspeitos. Utilize sempre o site oficial da instituição bancária e digite a URL na barra de endereços. Evite acessar também por meio de sites de buscas ou páginas de terceiros.

Amizade no Flixter sendo que você nem tem conta lá? Fuja!!!

Emprego dos sonhos e novas oportunidades

Esse golpe é aplicado durante o ano inteiro, mas nesse período o envio de emails do gênero é mais acentuado. Quem não está em busca de uma melhor oportunidade de trabalho ou de um emprego tão sonhado em uma grande empresa?

Aproveitando-se desses sonhos os golpistas enchem o usuário com promessas e sonhos idealizados e fingem dar início a um processo seletivo. Na maioria das vezes, para participar é preciso pagar uma taxa antecipada, dinheiro que vai e não volta nunca mais. A dica nesse caso é, em hipótese alguma, fazer qualquer tipo de pagamento sem saber exatamente para onde esse dinheiro vai.

Procure se informar com outras pessoas sobre a idoneidade da empresa em questão e certifique-se de estar munido com todas as garantias possíveis. Na dúvida, entre em contato com o Procon de sua cidade ou pesquise em sites especializados a avaliação de outros consumidores.

Leilões e espólios internacionais

Basta um lance para você adquirir um produto imperdível por um preço baixíssimo. A promessa é interessante, mas o resultado pode ser uma das maiores decepções que você já teve em sua vida. Esta modalidade de golpe constitui-se em um leilão virtual onde quem dá um lance, e paga por ele, perde tudo e acaba ficando sem o dinheiro e sem o produto. Se não souber a procedência não compre. O cuidado deve ser redobrado em sites internacionais. De forma alguma efetue pagamentos ou forneça os dados do seu cartão de crédito.

Não acredite também no golpe da herança. Esta trapaça surgiu na Europa, mas acabou se espalhando mundo afora. Trata-se de um email, bem redigido, onde um cidadão pede uma quantia em dinheiro para completar um valor grande de depósito. Ao pagar a suposta taxa, o autor do email argumenta que receberá uma grande herança e você, por ter ajudado neste momento “tão difícil”, terá uma parte nela.

O golpe pode parecer simples e, até mesmo amador, mas muitas pessoas caíram nele sensibilizadas com a situação descrita pelo golpista. E, mesmo desmascarado, o golpe continua sendo aplicado via email no Brasil.

Mouse ao alto, isso é um assalto!

Como você pôde perceber nas informações acima, cautela e precaução são as melhores ferramentas para combater os golpes virtuais não só nesta época, mas também durante o ano todo. Ao receber uma mensagem de um remetente desconhecido ou mesmo com conteúdo suspeito, ignore-a por completo.

Em muitos casos fica difícil conter a curiosidade, mas é justamente utilizando-se deste ponto fraco seu que os golpistas armam seus esquemas sujos para tirar vantagem. E por um acaso você clicar em um desses links certifique-se de ter em seu computador um antivírus atualizado em execução.

O portal Baixaki tem uma série de artigos sobre o assunto que podem lhe ajudar na hora da escolha. Vale a pena conferir os seguintes:

- Escolha o horário certo para que o seu antivírus faça uma varredura completa no computador;
- Microsoft Security Essentials é considerado o melhor antivírus gratuito;
- Aprenda a utilizar um dos antivírus gratuitos mais populares do mercado: o Avast!
- Conheça os recursos oferecidos pelos antivírus gratuitos mais famosos.

Você já recebeu alguns desses emails? Já foi enganado em algum golpe virtual ou conhece algum outro que não citamos aqui? Participe comentando este artigo com as suas impressões sobre o assunto. Dicas de segurança sempre são bem-vindas e tomar cuidado com bandidos virtuais nunca é demais.

fonte:baixaki

11 agosto, 2009

O que um vírus ou malware pode fazer se infectar meu sistema?



São diversos os problemas que você pode enfrentar quando está infectado. Dependendo do vírus, ele pode fazer praticamente tudo de ruim com seu computador, até mesmo impedí-lo de iniciar. Abaixo listei alguns dos principais problemas enfrentados com uma máquina infectada:

● Exclusão de arquivos legítmos;
● Gerar erros em programas e arquivos;
● Diminuir o espaço do HD;
● Gerar blue screen (tela azul) constantemente;
● Substituir a MBR (Master Boot Record) do disco rígido por códigos maliciosos;
● Criar partições fantasmas;
● Duplicar ou substituir os arquivos;
● Impedí-lo de abrir o antivirus ou qualquer outro programa de segurança instalado na máquina;
● Impedí-lo de reiniciar em Modo de Segurança;
● Impedí-lo de acessar o disco rígido ou algum diretório;
● Impedí-lo de aceder à Internet;
● Impedí-lo de ativar as opções de ver pastas e arquivos ocultos;
● Impedí-lo de aceder aos consoles do Windows como: Gpedit.msc, services.msc;
● Impedí-lo de abrir o gerenciador de tarefas e o editor de registro (regedit);
● Impedí-lo de desligar o computador;
● Impedí-lo de instalar/desinstalar/baixar/rodar programas;
● Impedir o computador de iniciar;
● Criar/recriar malwares ou vírus em cada reboot da máquina;
● Baixar malwares ou vírus;
● Infectar arquivos legítmos e documentos importantes (em geral);
● Interromper um scan com o antivirus ou outro programa de segurança;
● Desativar a restauração do sistema;
● Causar lentidão no sistema e demora para iniciar;
● Modificar a data e hora do sistema;
● Aumentar o consumo de memória dos arquivos;
● Roubar e enviar seus dados pessoais como: Senhas e documentos importantes;
● Gerar barulhos, ruídos e outras coisas do tipo;
● Exibir imagens de anúncios e de erros aleatoriamente;
● Aumentar o tamanho dos arquivos e das pastas;
● Contaminar a rede;
● Abrir ou fechar portas cruciais e importantes do sistema;
● Causar problemas nas comunicações dos dispositivos de hardware, tais como algumas teclas do teclado não funcionarem e/ou sairem diferentes, com a impressora, com o modem, com o mouse, etc;
● Fazer o computador dar logoff/reiniciar/desligar sozinho;
● Entre outros problemas.

Lembrando também que muitos vírus, depois de terem sido removidos, deixam o sistema completamente instável. Sendo necessário uma reparação ou até mesmo uma formatação para que a instabilidade suma de vez.

fonte:guia

15 maio, 2009

Saiba como educar as crianças para uma navegação segura na internet


Quando as crianças começam a usar a internet, é natural que surjam dúvidas sobre como protegê-las no ciberespaço. Adotar filtros de segurança ou deixar que naveguem livremente? Monitorar a navegação ou confiar na educação? Manter o computador na sala ou levá-lo para o quarto? Conversar abertamente sobre os perigos ou tratar a questão de forma velada? Cadastrar os pequenos em redes sociais ou proibi-los de acessar essas páginas? Navegar junto ou deixar que eles descubram o universo virtual sozinhos? Limitar o tempo de uso ou permitir que a criança navegue até cansar?

reportagem completa

15 dezembro, 2008

Conheça os 'dez mandamentos' para compras seguras na internet

Colunistas dá dicas para evitar dores de cabeça após transações on-line.
Entre elas, verificar segurança do PC e buscar informações sobre as lojas.

Ao falar sobre compras virtuais seguras, um assunto recorrente na época do Natal, seria fácil recomendar o uso de sites já conhecidos, por conta de sua “tradição”. Mas uma das grandes façanhas da internet é a facilidade com que ela dá espaço a novas idéias, produtos e – como deveria ser – empresas. Sim, é possível comprar com segurança na internet em lojas menores, da mesma forma que é possível ser roubado por um vírus enquanto a senha do cartão é digitada em uma loja mais conhecida. Hoje a coluna Segurança para o PC traz dez dicas para aumentar sua segurança durante as compras na internet, independentemente do produto que você procura e onde vai comprar. Confira.

1. Verifique a segurança do seu sistema

De nada adianta realizar uma compra com todos os cuidados do mundo em um computador público ou compartilhado. Portanto, partindo do pressuposto que a compra será efetuada na máquina que você usa em casa, certifique-se de que a mesma está segura antes de digitar suas informações online. Isso significa fazer uma verificação com os software de segurança instalados, como o antivírus e o anti-spyware.

Seguir boas práticas de segurança, tais como instalar qualquer correção de segurança disponível para os softwares do seu computador e evitar o download de arquivos estranhos, também contribui: a maioria dos casos de roubo de dados ocorre devido a pragas digitais. Para descobrir quais as atualizações necessárias em sua máquina, uma boa opção é o uso do Personal Software Inspector.

2. Procure informações cadastrais da empresa

Se a empresa não disponibiliza o número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) no website, é possível obtê-lo por meio de um serviço chamado “whois” (“quem é?”). Basta ir até o site Registro.br, digitar o endereço da loja e seguir a opção de “Whois”.

Com o CNPJ em mãos, vá até o site da Receita Federal e acesse pelo menu: Pessoa Jurídica > CNPJ > Comprovante de inscrição. Lá, digite o número do CNPJ. Você terá informações como o nome da empresa e a data em que ela foi estabelecida.

Sites de comércio fraudulentos costumam mentir a respeito do tempo de atividade com o objetivo de ganhar mais clientes (vítimas). Essa verificação pode mostrar que a loja que supostamente existe há oito anos na verdade foi aberta no mês anterior.

Se o endereço não for um “.com.br”, o Whois terá de ser feito de outra forma e não incluirá o CNPJ. Procure obter junto à empresa o CNPJ. Se o mesmo já não estiver divulgado no site, você terá de partir para a próxima dica.

3. Tente contato com a empresa antes de efetuar sua compra

Tanto faz se é via telefone ou e-mail. De preferência tenha os dois em mãos, caso precise reclamar depois. Ao tentar se comunicar com a empresa, você terá uma prévia do tipo de atendimento que ela presta: se não conseguir falar antes da venda, certamente também não conseguirá depois.

Também é válido procurar alguma referência física da loja. O cadastro de CNPJ pode lhe dar um endereço. Às vezes é possível obter informações a respeito do local para saber se realmente há uma loja ali. Procurando o endereço, pode-se descobrir que o mesmo foi utilizado por outras lojas fraudulentas, por exemplo.

4. Procure comentários ou recomendações

Existem sites especializados em coletar comentários de usuários sobre lojas on-line. Outros servem para reclamações. É claro que você não deve confiar em informações fornecidas pela própria loja, como mostra o item seguinte.

5. Ignore selos e outras marcas de segurança

Está se tornando comum a exibição de diversos selos de segurança. Eles recheiam os rodapés de vários sites de comércio eletrônico. São tantos que cada vez informam menos. Embora sites legítimos façam uso deles, qualquer site malicioso pode exibi-los também. Todo site na internet pode exibir qualquer imagem que desejar.

A maioria dos selos se encaixam nas seguintes categorias: não significam nada, não garantem nada, não podem ser verificados. Ignore todos.

Prefira uma pesquisa internet sobre o site, se alguma informação já foi vazada ou comprometida. Leia também a Política de Privacidade para saber o que fazem com seus dados – você certamente não quer que eles sejam compartilhados ou vendidos para telemarketing. Isso é importante.

6. Se não conhece a loja, comece com compras de pequeno valor

Antes de fazer aquela encomenda alta em uma loja que você não conhece, tente antes algumas compras de valor mais baixo. Se você está receoso para digitar o número e o código do seu cartão, pague no boleto bancário. Se você tem medo de não receber o produto, procure a opção de encomenda por Sedex a cobrar.

7. SSL: Secure Sockets Layer

No Internet Explorer 7, o 'cadeado' fica na barra de endereços. No IE6, ficava na barra inferior, onde era menos visível. Clicar no cadeado dá mais informações sobre o certificado. (Foto: Reprodução )

Esse é o famoso “cadeado”. A atenção a ele foi recomendada tantas vezes que é quase redundante repetir. Vale dizer o seguinte: o SSL garante que você está visitando o endereço exposto URL (não é um site falso) e que a conexão é criptografada, ou seja, não pode ser interceptada durante o percurso. Isso e apenas isso. O SSL nada mais é do que um código único, chamado “certificado”, que qualquer site pode obter – e não é caro. Ele não garante a segurança de todo o processo (um vírus no seu computador pode roubar as informações, por exemplo), nem serve como garantia de que o produto será entregue. Se esse fosse o caso, esta seria a única dica desta coluna.

8. Cuidado com ofertas boas demais

Principalmente ofertas por e-mail de lojas nas quais você nunca efetuou compra alguma. Mesmo ofertas encontradas em sites comparadores de preços podem ser fajutas. Alguns sites têm começado a manter listas de lojas fraudulentas: procure se informar.

Se um site desconhecido oferece produtos a um valor muito inferior ao praticado por outros, é bom suspeitar e verificar tudo duas vezes.

9. Conheça seus direitos

O Código de Defesa do Consumidor também vale para compras on-line. Um dos mais interessantes é artigo 49. Ele permite que qualquer produto seja devolvido até sete dias depois da entrega. Se o consumidor exercer esse direito, a loja deve devolver qualquer valor pago, com correção monetária se necessário.

10. O Bom Velhinho recompensa quem se comportam bem

Tome cuidados de segurança o ano todo para que nessa época suas compras sejam tranqüilas. Para saber quais medidas adotar, veja novamente o primeiro item desta lista.

fonte http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL922476-6174,00-CONHECA+OS+DEZ+MANDAMENTOS+PARA+COMPRAS+SEGURAS+NA+INTERNET.html

08 dezembro, 2008

Saiba como se proteger das fraudes via e-mail

Criminosos usam assuntos variados para tentar atrair vítimas.
Na dúvida, o melhor é não abrir a mensagem; veja mais dicas.
Sua conta será cancelada. Alguém está lhe traindo. Você recebeu uma declaração de amor. A Polícia Federal está lhe intimando para um processo de investigação. Esses são alguns dos vários assuntos que servem de isca para as fraudes de internet, algumas vezes chamadas de 'phishings' (aliás, o termo pronuncia-se “fíchin”). Embora fale-se tanto sobre o assunto, criminosos não param de usar golpes antigos e inventar outros novos, gerando novas vítimas do crime virtual. Esse é o assunto da coluna “Segurança para o PC” de hoje.

Tradicionalmente, phishings são e-mails criminosos que tentam se passar por uma correspondência bancária ou de outra instituição financeira. Seguindo as instruções presentes na mensagem, o internauta acabaria visitando uma página parecida com a da instituição e enviando suas informações para o golpista, habilitando-o a transferir o dinheiro ilegalmente.

Esse tipo de atividade maliciosa não existia no Brasil até recentemente. Aqui, os criminosos preferiram outra abordagem, usando vários assuntos diferentes, como os citados no início da matéria. Mas em vez de oferecerem uma página clonada da instituição financeira, ofereciam um cavalo de tróia que iria roubar as senhas bancárias durante o acesso do internauta ao serviço de online banking.

Alguns utilizam o termo “fraude” ou “golpe” para descrever esses ataques brasileiros. No exterior, especialistas costumam chamar qualquer e-mail que leva a um vírus de “trojan seeding” ou “sementes de cavalos de tróia”.

Do ponto de vista dos criminosos virtuais, o “modelo” brasileiro permite uma maior flexibilidade nos assuntos tratados pelas mensagens falsas, porque, diferentemente do phishing tradicional, não é necessário o uso da imagem do banco. Qualquer assunto pode ser usado por uma mensagem que contém um cavalo de tróia, que fica ali, instalado no PC, aguardando o usuário entrar em um site bancário para roubar dados e senhas.

Com isso, os golpes se reinventam. Fatos atuais servem de assuntos para os mais variados e-mails fraudulentos. Nesta época do ano, cartões de amizades e mensagens envolvendo o natal são comuns. Logo após as eleições norte-americanas, e-mails aqui e no exterior usaram notícias (falsas e verdadeiras) sobre Barack Obama para fisgar os internautas.

A maioria dos casos com grande repercussão na mídia torna-se, mais cedo ou mais tarde, a isca usada por uma fraude na internet. O caso mais recente é a tragédia em Santa Catarina, usada por malfeitores na semana passada. Este ano, por exemplo, também circularam e-mails fraudulentos prometendo vídeos sobre o caso da menina Isabela Nardoni e do seqüestro das jovens Nayara Silva e Eloá Pimentel em Santo André.

Essas táticas que se aproveitam do fator humano para realizar um roubo são chamadas de engenharia social.
>>>> Golpes antigos ainda circulam
Embora as mensagens maliciosas usando fatos atuais sejam as mais notórias, alguns truques antigos ainda continuam funcionando. Ou, pelo menos, é isso que pode-se concluir com a insistência dos criminosos em usar até o mesmo texto dúzias de vezes.

Exemplos de fraudes antigas que ainda continuam em circulação são intimações de processos judiciais, compras falsas (que afirmam que você comprou algo caro), falsas dívidas (que dizem que seu nome está no SPC/Serasa) e cartas de amor. Esse último é reinventado freqüentemente, mas o assunto permanece o mesmo; um dos truques mais notáveis é o uso de nomes genéricos como “Ana” e “Flá”.
>>>> Resultados em pesquisas na Internet levam à páginas falsas
Criminosos brasileiros tentaram, em 2006, utilizar “links patrocinados” em resultados de pesquisas em sites de busca. A ação rápida do Google impediu que a tática continuasse sendo utilizada, porque o link anunciado levava diretamente para um programa (arquivo executável).

Novos ataques desse gênero têm surgido este ano. Em vez de arquivos executáveis, porém, os links agora apontam para páginas falsas, idênticas às dos bancos. O Google tem novamente removido os anúncios maliciosos, mas se ainda for rentável para os criminosos, eles devem continuar aparecendo.

Na dúvida, tome cuidado com os resultados de buscas pelos sites de instituições financeiras.
>>>> Como não ser fisgado
O Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança (Cais) da RNP mantém um catálogo de fraudes contendo uma reprodução e o texto dos vários golpes que circulam pela rede. É bom conhecê-los para não cair em truques antigos.

Também é necessário manter em mente que golpes sempre parecerão tratar de algo espetacular, urgente. São e-mails que despertam a curiosidade e seriam fantásticos senão pelo fato de serem falsos. Não adianta pensar que vai abrir “só este e-mail” porque parece ser algo muito importante, pois esta é a exatamente a reação que os criminosos esperam.

Mesmo que seja possível, em alguns casos, determinar se um e-mail é fraudulento ou não por meios técnicos – observando-se o link ou o remetente, por exemplo –, criminosos já conseguem camuflar os arquivos maliciosos usando serviços de redirecionamento e falhas de segurança. Na dúvida, a mensagem não deve ser aberta.

Se você quer ter certeza de que algo é uma fraude ou não, procure entrar em contato, por um meio diferente do qual você recebeu a fraude, com o suposto remetente. Ou seja, se você recebeu um e-mail do banco, telefone para sua agência. Se você recebeu um e-mail de um site de notícias, entre em contato com o mesmo. Evite usar a opção “Responder”, pois você poderá acabar enviando a mensagem para o próprio criminoso, que jamais negará a autenticidade da mensagem.

Caso não seja possível identificar o remetente da mensagem para fazer esta verificação, é certo que você está diante de um e-mail fraudulento. Procure o botão ou tecla de “delete” mais próxima.

Estas são algumas dicas, mas, como sempre, elas não dispensam cuidados básicos como a atualização do sistema. Os navegadores web têm incluído detectores de páginas maliciosas, não se pode confiar cegamente neles. Lembre-se: eles são um auxílio, uma ferramenta, e não farão o trabalho todo por você.
Foto: Reprodução

FFPhishing: Navegadores web tentam identificar sites maliciosos, mas nem sempre conseguem. (Foto: Reprodução)

06 fevereiro, 2008

MENSAGENS FRAUDULENTAS.

Todo dia recebo e-mails fraudulentos (eu e mais meio mundo). Quer exemplos? Veja alguns deles:

QUOTE
Você acabou de ser sorteado!, Sua conta no Orkut foi cancelada, Você acaba de receber um cartão de amor, Seu CPF foi cancelado (esse golpe é muito velho), Olá! Veja as fotos de nosso último encontro (acompanhado da foto de uma mulher muito bonita), Você acaba de receber um cartão UOL, Sua conta na Fininvest foi bloqueada, Olha o vídeo da Galisteu, Olha o vídeo da Juliana Paes, etc....

Ora, porque cargas d’água, eu, em meio a centenas de milhares de pessoas, teria sido contemplado com um carro 0Km? E pior, porque o aviso se daria via e-mail? Coincidência? Claro que não. Está clara a má intenção de quem enviou este e-mail. Não se deve clicar nos links de tais mensagens, nem tampouco abrir arquivos executáveis contidos em corpos de e-mail, mesmo que este advenha de um amigo.

Outro fato comum na maioria dos e-mails fraudulentos é a escrita sem obediência às normas gramaticais. Verifica-se a presença de erros crassos, tais como: CoMtemplado, PrIfIrir, PraSer, ou seja, os bandidos virtuais faltaram a todas as aulas de Português. Não é de se estranhar que uma grande empresa envie um e-mail repleto de erros gramaticais? Claro que sim, mas o internauta não leva isto em consideração, pois está acostumado a escrever naum, funfa, masss, e os erros acabam passando desapercebidos, porém mesmo quando são detectados o internauta prefere os ignorar.

HÁBITOS RUINS.

Bem, outro fator de contaminação reside nos hábitos dos internautas, pois é comum a utilização de softwares P2P (baixar Keygens e Games) e de outros artifícios para burlar sistemas e empresas, porém tais técnicas são extremamente perigosas à segurança do PC.

Ora, porque o Cracker expõe tais informações na rede? Porque é “bonzinho”? Não! Porque ele quer invadir máquinas, roubar dados financeiros, criar redes zumbis, etc... Sabe qual é o meio mais fácil para ele fazer isto? Embutir códigos e/ou utilizar-se de falhas para instalar Malwares nas máquinas dos milhares de internautas que utilizam páginas de downloads e softs P2P. Uma pesquisa recente demonstra que 43% das páginas de downloads instalam programas maliciosos. Vale a pena correr o risco? Acredito que não.

EVITANDO PROBLEMAS.

Diante do exposto creio que o internauta tenha percebido como proceder, a fim de evitar contaminações ou prejuízo real ao navegar pela net, mas mesmo assim vou deixar algumas dicas:

1) Quando receber e-mails com mensagens suspeitas nunca clique em links ou abra arquivos executáveis.

Há um meio de saber se o arquivo a ser baixado possui um malware (somente usuários experientes): se clicar no executável, peça para Salvar como e coloque-o na Área de Trabalho. Depois submeta o arquivo ao site VirusTotal. Ao final da análise você saberá se o arquivo é ou não confiável.

2) Quando receber e-mails com imagens em que há o pedido CLIQUE AQUI PARA BAIXAR ou algo semelhante, pouse o mouse sobre a imagem, dê um clique direito e depois em Propriedades. Verifique-as. Observe que a imagem deve estar em um site da empresa que, supostamente, o enviou, por exemplo, se o e-mail for da UOL, a imagem e os links contidos deverão estar em www.uol.com.br/xxxxx e nunca em www.gratis.com.br/imagem.exe. Observe também a extensão do arquivo, pois uma foto jamais possuirá extensões .exe, .scr, .cmd.

3) Não clique em links contidos no Orkut.

4) Não clique em links que saltitam em sua tela por meio do MSN ou afins.

5) Não acredite em sorte na net. Você acaba de ganhar um Ipod!

Fez a verificação citada no item 2? Já sei, você clicou no link diretamente. Não era para ter clicado. Está vendo como é fácil enganar as pessoas. Este tipo de contemplação não existe.

6) Desconfie até mesmo das inúmeras mensagens de Natal e Próspero Ano Novo que receberá até o fim do ano (os bandidos adoram utilizar datas como estas para enganar).

Espero que o meu humilde texto ajude a conscientizar os internautas quanto ao uso seguro da net, bem como sirva para evitar que bandidos virtuais se utilizem da boa vontade das pessoas.

31 janeiro, 2008

pc sem proteçao

20) Quanto tempo um PC sem proteção pode sobreviver?Em 2004, testes realizados pelo SANS Institute Internet Storm Center constataram que um PC com Windows conectado à internet, sem firewall ou qualquer outro programa de segurança instalado e não ligado a um roteador poderia ser infectado em cerca de 20 minutos.
Para o especialista em segurança Ben Edelman, a estimativa da SANSs de 2004 é muito pessimista. “Hoje, infecções tendem a acontecer por outras fontes, tais como Web exploits, mais do que por malwares que chegam por portas abertas. Ainda mais porque muitas daquelas brechas foram eliminadas”, diz.
Mas quanto tempo um usuário desprotegido pode navegar por aí antes de visitar uma página web contaminada? De acordo com um estudo da MacAfee, “um usuário faz, em média, 43,1 pesquisas por mês e clica em 2,3 resultados por página obtida, chegando a um site perigoso a cada oito dias”.

11 janeiro, 2008

Como se manter seguro na internet

1ª- Matenha um bom antivírus atualizado instalado no seu computador. Recomendo para todos aqueles que usam o Avast ou Avg, que substituam por antivírus melhores como o Kaspersky, NOD32, Antivir.


2ª- Evite clicar em links enviados por amigos, principalmente por orkut ou email. Caso queira clicar, consulte a pessoa que enviou para saber se é uma fraude ou não.


3ª- Nunca execute um arquivo com extensão .com, .scr e .exe que venham em links do tipo "Fiz um cartão especial para você".


4ª- Matenha a barra de status do seu navegador sempre a amostra e observe se o link que você está clicando é igual ao que aparece na barra de status, caso seja diferente provavelmente é malicioso.


5ª- Não navegue por sites pornográficos de nenhuma espécie, pois 90% desses sites instalam spywares em seu computador.


6ª- Não deixe informações pessoais em sites de relacionamento, pois elas podem ser usadas para lhe enviar um vírus ganhando sua confiança através destas informações.


7ª- Quando sair de um site que você esteja logado, saia clicando no link sair ou logout para que seja efetuada sua finalização de sessão.


8ª- Use senhas com letras e números, troque periodicamente ou quando achar que está inseguro.


9ª- Alguns vão discordar, mas se você seguir as dicas anteriores e usar internet discada, não use firewall que seja diferente do fornecido pelo sistema operacional. O uso nesse caso é desnecessário, pois sua conexão não proporciona uma boa invasão e seria um desperdício de memória e perda de desempenho.


10ª- Passe periodicamente um antivírus atualizado e um antispyware atualizado de preferência em modo de segurança para que não haja dúvidas quanto ao resultado.



Seguindo essas dicas seus problemas com vírus ou erros de sistema causado por eles vão se reduzir bastante e você estará menos vulnerável a cair em uma fraude.

Se esqueci alguma dica complemento com o passar do tempo.


Espero que apliquem essas dicas para sua própria segurança.


Até a próxima.